Empreendedorismo no Brasil

No segundo andar de um edifício anódino, no centro de São Paulo é uma sala de aula circular, com paredes de vidro revestida com poltronas amarelas. Se a estética e o layout são uma reminiscência do vale do silício, que é totalmente intencional.

Bem-vindo ao FazINOVA, uma escola de negócios privada fundada em 2013 por 26-year-old empresário Bel Pesce, um graduado do Massachusetts Institute of Technology (MIT) que está tentando injetar dotcom, can-do energia na economia brasileira. FazINOVA — ou DoINNOVATE, em inglês — é tanto uma start-up como uma faculdade e destina-se a agir como um exemplo para seus alunos, muitos dos quais vêm de uma emergente classe média baixa em que milhões de pobres brasileiros migraram ao longo da última década. Eles agora estão tentando explorar do Brasil crescer o sector empresarial e até agora, quase 70.000 estudantes tomou aulas on-line gratuito da escola com fins lucrativos.

Quase 2.000 mais pago para participar em cursos de seis-mês-longo nas instalações do FazINOVA em São Paulo. “Muitas pessoas se preocupe sobre o conteúdo,” ela diz, sizzling com uma energia de ex-alunos descrevem como contagiosa. “Estamos preocupados como fazer as pessoas sentir. Se podemos fazer as pessoas sentirem fortalecidos, eles podem fazer mais.” Mais prestigiadas universidades do Brasil são livres para participar, mas leva jovens fora da força de trabalho por vários anos — um luxo que muitos dos estudantes no FazINOVA não podem ter. O bar académico para entrada em universidades tradicionais também é proibitivamente alto para brasileiros que não fez bem em escola secundária. Isso deixa Pesce com uma grande piscina de potencial de brotação empresários, que não se encaixam perfeitamente na sociedade estruturada do Brasil. No vale do silício, fracasso é visto como uma parte importante da curva de aprendizagem.

No Brasil, Pesce diz, se você falhar, você está fora. “Temos um enorme problema com mentalidade”, ela diz. “Como você pode criar inovação se não deixares que correr riscos?” Pesce era bem conhecido no Brasil, antes mesmo de ela fundou a escola. Com a idade de 17, ela convenceu o MIT a aceitá-la, mesmo que seu aplicativo tivesse vindo mais tarde. Ela financiou sua educação pelo matemática de ensino, construindo robôs e tendo pagaram estágios em Google e Microsoft. Mais tarde trabalhou no vale do silício como gerente de produto da Ooyala, uma empresa de vídeo na Internet e, depois, como parte da equipe que lançou o app móvel carteira limão. Suas experiências forneceu o material para um livro, a menina do vale: como o empreendedorismo pode mudar a sua vida, o que levou-a de surpresa quando ele foi baixado um milhão de vezes nos meses de lançamento, vai na venda 53.000 hardcopies e top lista de mais vendidos do Brasil em 2012.

Pesce retornou ao Brasil, da Califórnia, em 2013 e publicou mais dois livros, trazendo totais downloads dos três livros para mais de 3 milhões. Uma vez Pesce percebeu que os brasileiros eram apaixonados sobre as mensagens em seus livros, ela decidiu abrir o FazINOVA como uma maneira de espalhar o evangelho do empreendedorismo diretamente. Depois de estudar na escola, 44 anos Ezequiel Borges deixou seu emprego numa empresa de computador principais para lançar uma consultoria de logística em Goiânia, na região central do Brasil. “Aprendi a ouvir mais, ser educado, para receber críticas,” ele diz. Sincronismo do Pesce é bom. Interesse na educação é enorme; é 10th-maiores do setor na economia brasileira, gerando aproximadamente US $ 75 bilhões por ano, US $ 12,5 bilhões do que de instituições privadas como a dela.

Pesce diz que o Brasil precisa mudar atitudes a longo prazo que segurar. Um é uma tendência a se concentrar em problemas que restringem negócios — como burocracia labiríntica e altos impostos — ao invés de soluções. Pesce acredita que o país está pronto para o tipo de mudanças que ela defende, citando como evidência de seu recente noivado falando em Campo Grande, profundamente no interior do Brasil, com a presença de 50 alunos do ensino médio que tinham viajado cerca de 180 milhas numa sexta à noite, para ouvi-la falar.

“As crianças não piscarem,” ela disse. “O Brasil quer isso.” Reinaldo Normand, um empresário brasileiro do vale do silício e escritor, elogia Pesce para incentivar os brasileiros para começar seus próprios negócios. “Ela acredita em transformar a educação, o que é importante para o país, mas ela tem seu próprio modo de fazê-lo, com o empreendedorismo,” ele diz. Com a economia do Brasil a abrandar — e não é mais capaz de simplesmente montar um boom de commodities globais — esse tipo de energia inovadora pode ser exatamente o que o país precisa.

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