FRANQUIA STARBUCKS: COMO É E QUANTO CUSTA PARA ABRIR NO BRASIL

Afinal, como funciona o modelo de franquias starbucks? Quanto custa abrir uma franquia starbucks no Brasil? Antes de tudo você precisa entender que a franquia starbucks não é um modelo de franquia! Ou seja, para abri você precisa se tornar um lojista starbucks, que possui muitas limitados e custos altos em relação à outros tipos de negócios com modelo de franquia.

COMO SER UM LOJISTA STARBUCKS

A franquia Starbucks é uma existência que chegou aos poucos. A cafeteria nasceu em 1971, graças aos professores Jerry Baldwin e Zev Siegel, e ao redator Gordon Bowker, porém sua expansão e sucesso se dá pelo norte-americano Howard Schultz , que em 1987 voltou a marca, da qual era CEO, e comprou a Starbucks.

Na época, a cafeteria nasceu somente para suscitar ao consumidor um lugar aconchegante no qual ele pudesse abancar e ingerir um café em Seattle. Seu nome, até mesmo, foi influenciado em uma magistral bastante conhecida pelos norte-americanos, Moby Dick, o que aumentou e bastante a afeição de uma marca pioneira, na época. Porém se engana quem acredita somente que a Starbucks vende cafés expressos.

A empresa comercializa similarmente uma qualidade e serviço já conhecidos por todo o mundo, na qual seu consumidor possui admissão a uma série de vantagens ao adquirir um café, como abancar em um local quieto e agasalhado para, até mesmo, trabalhar por algumas horas.

A empresa similarmente se especializou na distribuição de bebidas que cria base de café, nata ou chocolate e que, por causa disso, atende a cada dia uma série maior de consumidores ávidos pela bebida de qualidade, seja ela um café ligeiro, um chá, chocolate quente, frapuccino ou até mesmo um suco detox. Tudo com a marca e qualidade Starbucks.

Porém a marca não trabalha com franquias e, por causa disso, se você pretende ser patrão de uma empresa Starbucks precisa adquirir o nome da marca e encher sua empresa por conta própria, sem treinamento ou ajuda da marca peculiar.

PASSOS PARA ABRIR UMA STARBUCKS

O primeiro passo para as pessoas que quer possuir uma empresa Starbucks é saber adotar um bom ponto, para isto pesquise o mercado.

Opte por local no qual o movimento de indivíduos seja intensivo. Dê preferências por shoppings, aeroportos, hospitais e, até mesmo, hotéis.

Em seguida, escolha um local natural no qual você pode unir produtos vistos em todas as lojas Starbucks espalhadas pelo mundo, como sofás, mesas, material em madeiro clara e um balcão para o café.

É fundamental, também, que você lembre-se que o cliente Starbucks já entra em uma empresa com uma ideia que indagação, por causa disso é necessário exercitar seu empregado para que ele possa proporcionar o mesmo serviço que as outras lojas Starbucks.

Tenha em mente similarmente que a internet wi-fi gratuita é uma marca da Starbucks por todo o mundo e você necessita conceder o serviço, do mesmo jeito que tomadas e mesas para apoios de notebooks e celulares.

O sistema de cartões da Starbucks similarmente é outra marca da empresa que precisa ser levada em conta, afinal de contas, é corriqueiro que o cliente associe que em uma empresa da Starbucks o papelão da marca seja comum.

Hoje, a Starbucks conta com mais de 15 mil lojas espalhadas em mais de 50 países, um feito inédito para qualquer marca.

Além do mais, em uma Starbucks é possível vender artigos adicionais como livros, pão de queijo, muffin, xícaras, copos, cafés e até mesmo sorvetes.

A STARBUCKS NÃO POSSUI FRANQUIAS

Iniciar uma franquia Starbucks não é possível visto que a empresa não opera com este sistema. Porém é possível abrir uma empresa, adquirir os direitos de utilizar a marca e ter a sua Starbucks por todo o Brasil. Porém o investidor precisa ter bastante cautela ao optar por esse modelo de negócio.

O que vai é que a Starbuck vende somente o direito de se abrir uma cafeteria com seu nome, e o agregado preço por causa disso porém não é um franqueado. Logo, não há todo o ajuda que a maior parte das marcas dá como esteio por ambição próprio que a empresa não chegue a insolvência. O lojista terá direito às receitas, a saber o sistema visitando uma empresa ou a clichê nos Estados Unidos, e será capaz de abrir sua empresa como querer.

Isto é bom? Efetivamente, em parte. O investidor possui todo o direito de fantasiar sua melhor maneira de utilizar o espaço e será capaz de ou não seguir as regras da primeira, porém com alguns extremos. O café, tendo como exemplo, precisa ser o mesmo, porém os funcionários não precisam reparar da mesma maneira, não é necessário também ter o mesmo forma de cátedra. Essas aberturas não possíveis em uma franquia Mc Donald ou Bob´s, tendo como exemplo, no qual é necessário que todos os restaurantes sejam iguaizinhos, uma vez que o padrão da marca necessita de.

POR QUE TER A EMPRESA APROXIMADO SE NÃO É UMA FRANQUIA?

Há uma propensão dos associados e investidores de seguir o modelo peculiar. De nada adianta partir para o seu modo, uma vez que a costume que conhece a marca pode sentir a diferença e não optar pelo produto visto que acredita que não é peculiar. Eles não sabem que se trata de uma liberdade da marca para os seus associados, e não entendem que não é necessário ter um padrão.

Quem vai em procura da marca pode ficar obscuro com tantas mudanças de empresa para empresa. Os investidores mais antigos, então, indicam imitar o modelo da empresa peculiar o máximo possível.

Alguns itens e serviços da empresa são recomendados serem mantidos visto que fazem sucesso no mundo todo, como o café gelado, gelado de café e o papelão precisão, dando descontos aos clientes que voltam algumas vezes e brindes após pela certa porção de pontos alcançados.

PRÓS E CONTRAS FRANQUIA STARBUCKS

Há vários pontos positivos e alguns pontos negativos ao conferir em uma Starbucks . Um dos pontos positivos é que a marca não necessita de superioridade nas lojas em correlação ao modelo, por causa disso dá para adir mais itens, como lanches e bebidas, e ressurgir o ponto comercial mais incentivo e ineficaz.

O ponto ineficaz é que a marca não dá esteio. O investidor, então, necessita fazer suas próprias campanhas de marketing para seduzir clientes e fantasiar um pesquisa de localização, do melhor espaço e esperar realizar sucesso.

Caso tenha ficado interessado em abrir uma StarBucks ou queira saber mais sobre, é apenas entrar no site da empresa http://www.starbucks.com.br/ e entrar em contato com a mesma.

QUANTO CUSTA UMA FRANQUIA STARBUCKS?

A Starbucks nunca liberou oficialmente quanto custa uma franquia starbucks mas segundo os dados do website inglês (http://starbucks.co.uk) nossa equipe encontrou os seguintes dados:

Para abrir uma franquia, você precisa para viver no Reino Unido e ter pelo menos £ 500.000 em ativos líquidos.

1. Você precisa ter experiência como empresário no ramo de alimentação com pelo menos um nível de gestão (que um custa anos de sua vida. Então, digamos £ 40.000 por ano como gerente em uma empresa de alimentos e bebidas de tamanho médio é igual a £ 120.000 adicionado ao custo. ) estavam agora em £ 620.000

2. Em seguida, você tem que abrir pelo menos 20 lojas em 5 anos o que significa 4 por ano ou £ 2.000.000 que traz a nossa total entre £ 2,100,000 e £ 2.600.000

3. Estes não incluem os custos associados à movimentação de onde se encontra para o Reino Unido para ter uma chance de estabelecer uma franquia.

Ou seja, convertendo estes valores em real, as franquias starbucks ficam caríssimas e totalmente fora de cogitação para investidores aventureiros.

 

PREÇOS DE FRANQUIAS DE CAFETERIA NO BRASIL

Segundo a Revista EXAME, estes são os preços e os dados referentes a outros tipos de franquias de Cafeteria no Brasil. Estes preços podem nos dar uma ideia do quanto custa uma franquia starbucks e se este tipo de investimento vale a pena!

Veja o investimento necessário e o retorno previsto para franquias das quatro principais redes de cafeteria em São Paulo (em reais)
Casa do Pão de queijo
Café do Ponto
Café Pelé
Fran´s
Nº de lojas Grande SP/Brasil
151/340
65/100
52/86
47/65
Taxa
de franquia
até
35000
12000
15000
31500
Investimento
inicial
60000
100000 a
150000
60000 a
100000
95000 a
120000
Royalties/mês
3%
2%
5%
6%
Taxa
de propaganda/mês
3%
1%
1%
2%
Metragem
do ponto
12
a 100m²
15
a 30m²
12
a 16m²
80
a 200m²
Funcionários
4
a 8
6
a 12
5
12
Faturamento/mês
25000
40000
20000
20000 a
100000
Rentabilidade
15%
a 20%
20%
20%
a 25%
18%
Retorno
sobre o investimento
18
a 40 meses
24
meses
24
meses
20
a 36 meses
Diferenças entre e-mail Marketing e Newsletter Institucional

Diferenças entre e-mail Marketing e Newsletter Institucional

Em nossos contatos com diversos empresários e pessoas responsáveis pela área de Marketing de algumas empresas, quando estou abordando os mesmos sobre os benefícios de uma Newsletter Institucional, em muitos casos há uma confusão sobre o serviço que estamos oferecendo e que, de fato, agrega valor ao negócio e o simples serviço de disparo de um e-mail Marketing.

Diante dessa confusão, me senti motivado a escrever este texto para tentar esclarecer as diferenças entre as duas atividades. É verdade que ambas enviam informações sobre as empresas para um banco de e-mail, mas a comparação para por aí. Veja por que:

Primeira grande diferença: O e-mail Marketing é apenas um panfleto virtual que é despachado para o banco de e-mails enquanto que Newsletter Institucional leva conteúdo Jornalístico sobre sua empresa para o e-mail das pessoas.

Em outras palavras, um panfleto não transmite conteúdo útil para o seu leitor, ele simplesmente chega ao e-mail das pessoas transmitindo uma imagem, uma promoção ou (em algumas vezes) um lançamento de um produto.

Já uma Newsletter Institucional ela conta uma história da tua empresa, gerando assim conhecimento acerca do que ela faz, que tipo de serviço presta, esclarecendo e levando o teu cliente a saber mais sobre a tua marca. Pode, inclusive, ser usado para fazer o lançamento de produtos, promoções e com um apelo visual muito grande e neste caso a eficiência é ainda maior. 

Veja um exemplo uma das Newsletter´s da RedePetro Pernambuco (RPNEWS) clicando no link: http://goo.gl/RnkY1c – Observe que além de ter conteúdo útil para os seus leitores, a RPNEWS leva informações sobre as empresas que são associadas. Uma excelente estratégia!

Uma outra diferença é que um e-mail marketing pode ser classificado facilmente como um SPAM. Não só porque a pessoa que já comprou teu produto algum dia pode achar que você está mandando “propaganda não solicitada para o e-mail dela” mas também porque os diversos serviços de leitura de e-mails como o GMAIL, YAHOO, HOTMAIL, etc tendem a classificar como propaganda aqueles e-mails que têm apenas uma imagem e não leva conteúdo textual.

Por outro lado, se a pessoa comprou algum produto ou serviço da tua empresa ou visitou seu stand em uma feira, evento, ação de marketing, etc.  e a partir daí você inseriu o e-mail deste indivíduo para receber tua Newsletter Institucional, pode ter certeza que ela vai gostar de saber mais informações sobre a evolução da tua empresa, gerando assim conhecimento sobre tua marca.

E ainda mais, se você seguir a cartilha “como manda o figurino”, deve rechear a tua News com assuntos que sejam de interesse de teu cliente, ele vai considerar o teu jornal virtual um serviço útil e poderá até compartilhar com outras pessoas, gerando assim mais leads para o seu negócio.

Veja outro excelente exemplo de Newsletter acessando o boletim InformAr Condicionado da Soclima Engenharia. Clique no link: http://goo.gl/jE5ib3 – Note bem que a empresa que é especializada em Salas Limpas e Sistemas de Ar Condicionado transforma atividades rotineiras da empresa em informações uteis para seus clientes, parceiros e amigos.

Existem diversas outras diferenças que irei abordar em um outro artigo mas estes dois exemplos deve já ter deixado claro na sua mente as diferenças básicas entre o um simples e-mail marketing e um Newsletter Institucional.

Espero ter ajudado e colocamo-nos à disposição para pensar a sua comunicação empresarial como o centro das suas atividades, gerando um conhecimento de sua marca com clareza e acompanhando as tendências do Marketing de Conteúdo.

Por Ronaldo Barros, Diretor de Marketing e Vendas do PortaldoLocador.com – Leia mais sobre Newsletters em: blog.portaldolocador.com/ronaldobarros

Serviço:

Fones: (81) 3023-7171 ou (81) 99312-2709

São Paulo: (11) ‪98141‑9381

e-Mail: contato@portaldolocador.com

www.PortaldoLocador.com/servicos

 

Cartões de Crédito com Anuidade Gratuita

Cartões de Crédito com Anuidade Gratuita

Um grande incômodo para quem utiliza com frequência o cartão de crédito são as temidas taxas de anuidades, que a cada ano aumentam. Essas taxas são bem salgadas e muitas vezes aplicadas pelos bancos acima do valor permitido por lei.

Os cartões são extremamente práticos e nos dias de hoje quase indispensáveis para nós, por isso acabamos aceitando essas taxas aplicadas descabidamente pelo banco.

Mas agora é possível possuir um cartão de crédito e fugir da anuidade, já que algumas empresas já oferecem esse tipo de serviço.

Antes de procurar um cartão sem anuidades, você deve ficar atento e conhecer seus direitos:

– A anuidade só poderá ser cobrada a partir da data do desbloqueio do cartão;

– Caso o cliente solicite um cartão adicional ele pode estar sujeito a uma cobrança extra de anuidade;

– Se houver o cancelamento e o cliente tiver pago anuidade antecipada, ele tem direito ao reembolso referente ao período que não foi utilizado;

– Além disso, as anuidades são negociadas de acordo com os gerentes e “a cara do freguês”, então tente negociar a redução da taxa no banco.

Qualquer um dos cartões citados abaixo exige renda comprovada e nome limpo para contratação. Veja como consultar seu CPF no SPC antes de solicitar qualquer um dos cartões de crédito.

 

Cartão sem anuidade Petrobrás

O cartão de crédito Petrobrás oferece a anuidade gratuita sem nenhum adendo. Ele é internacional, não possui taxa de adesão, tarifas de extrato e tarifas de manutenção. Além disso, possui um programa de pontos que transforma compras em milhas e descontos na fatura.

Cartão sem anuidade Nubank

Outro cartão sem anuidade que faz muito sucesso entre os jovens é o Nubank, isso porque ele pode ser totalmente controlado por um aplicativo no celular. Ele oferece assistência médica, seguro grátis de aluguel de carro, seguro e proteção em viagens, saque de emergência, programa ‘Mastercard Supreenda’ e proteção de preços e de compras.

Cartão sem anuidade Hipercard

Já o Hipercard é o preferido pelos frequentadores das grandes redes de supermercados, já que ele é o cartão oficial das redes Walmart, Bom Preço e Big e não possui anuidade. Além dessas vantagens, você ainda pode consulta seu saldo e emitir a segunda via da fatura Hipercard pela internet.

Esses cartões podem ser feitos através de seus sites.

10 Estratégias de Vendas Vencedoras para aplicar em qualquer tipo de empresa

Você sabe o que é uma estratégia de vendas? A estratégia de vendas é um plano criado por uma empresa ou indivíduo especializado com metas de aumentar os lucros sobre as vendas de produtos e serviços. Imagine um soldado indo para uma guerra sem uma estratégia de combate, de modo real, é o mesmo que acontece quando uma empresa não possui estratégia de vendas.

E aí, imaginou? Certamente, ele não obterá bons resultados nesta guerra, podendo até morrer. Da mesma maneira acontece com o vendedor ou empresa que não tem uma estratégia de vendas. Dificilmente obterá grandes resultados sem possuir uma estratégia de vendas, e poderá fracassar logo no início.

A forma como os consumidores tomam decisões de fazer compras está em constante mudança, e por isso é importante você reavaliar continuamente a sua estratégia de vendas no seu negócio e definir o que não funciona mais, o que ainda funciona e os próximos passos.

Quando falamos de vendas diretas então, é tudo muito delicado. É necessário que a estratégia de vendas seja bem elaborada, para  encontrar o equilíbrio perfeito entre ser persuasivo, mas não arrogante ou irritante.

Além disso, a concorrência e a alta competitividade dos mercados hoje desafia continuamente nossos objetivos de crescimento. Isso requer um planejamento cuidadoso, mas com uma sólida estratégia de vendas, você pode entrar no jogo com a certeza de resultados mais consistentes e negócios fechados.

Vamos mostrar agora 10 Estratégias de Vendas Vencedoras para qualquer mercado!

Vamos lá:

#1 – DEFINA SEU MERCADO-ALVO

Conhecer seu cliente é fundamental para ter sucesso na estratégia de vendas. Saiba que você não vai fazer negócios com todas as pessoas que existem. As pessoas não são iguais, e usar a mesma abordagem com todas simplesmente não vai funcionar. Depois de ter o mercado definido, crie uma lista de possíveis clientes. Mapeie idade, sexo, interesses, tudo o que conseguir. Esta lista deve ser grande o suficiente para dar-lhe a oportunidade de realmente se aprofundar e repetir o processo algumas vezes. Assim que tiver entendido o perfil dos seus clientes, defina a melhor forma de tratamento para cada um deles.

Atenção: Se o seu mercado-alvo é muito pequeno, as chances de sucesso diminuem. Você pode ter que mesclar dois mercados-alvo semelhantes, a fim de aumentar a sua base de clientes e obter maior probabilidade de venda.

Estratégias de vendas diferem em alguns aspectos dependendo da indústria na qual atua, mas não importa o que você vende, precisará determinar o mercado-alvo. Por exemplo, não faria sentido para uma empresa que vende bonecas investir em uma estratégia de venda de produtos em revistas de moda masculina.

Identificar um mercado vai além do óbvio. Coisas como os hábitos de localização, gastos de potenciais clientes, onde frequentam, nível de escolaridade, também devem ser estabelecidas para que a estratégia de vendas seja realizada.

#2 – DEFINA MÉTODOS

Todas as empresas devem determinar como proceder para vender e promover os seus produtos ao desenvolver uma estratégia de vendas. Você precisa definir quais serão seus principais métodos para essa etapa.

Como você entrará em contato com os seus clientes? Será através de e-mail? Por telefone, ou através do envio de correspondências postais? Melhor ainda: Qual o melhor meio de entrar em contato com cada tipo de cliente¿

Se tiver dificuldade, experimente fazer uma lista de todas as abordagens possíveis. Se quiser avançar ainda mais, elabore um fluxograma. Lembre-se de deixar tudo bem organizado e de fácil entendimento. Os métodos devem servir para facilitar, e não dificultar.

Muitas empresas usam todos esses métodos e muito mais em sua busca para encontrar um potencial cliente face-a-face e criar um relacionamento com ele. Quando essa relação é bem estabelecida, as chances de fidelizar o cliente são muito maiores.

#3 – ANALISE O SEU TERRITÓRIO

Qual é o mercado ou território em que seus esforços em estratégia de vendas irão cobrir? Em sua estratégia de vendas, você deve definir o seu mercado geograficamente para começar.

Pode ser um mercado com atuação apenas em um ou mais bairros, pode ser na cidade inteira, ou até mesmo em todo o território nacional.

O importante é você ter em mente onde seus esforços devem se focar. Note que nem sempre definir uma grande área fará com que seus negócios vendam mais. Às vezes, definir locais mais específicos farão com que sua venda seja muito mais voltada para o cliente, aumentando assim as chances de sucesso.

#4 – CRIE UM SENSO DE URGÊNCIA

Definir um prazo para fechar o negócio, dará ao cliente um incentivo para efetuar uma ação. Quer se trate de um desconto ou algo livre, faça o cliente sentir que as vantagens que você oferece não estarão disponíveis a qualquer tempo.

Isso não significa apressar o cliente nem fazer “terrorismo” para que compre logo, significa simplesmente tentar dar-lhe um pouco de razão extra para tomar a decisão, mostrando que o seu produto ou serviço é a escolha certa para ele naquele momento.

Sempre existirão emoções de ambos os lados em uma venda, e às vezes basta um sentimento de urgência para fechar o negócio.

#5 – SUPERE OBJEÇÕES

Prepare a apresentação de vendas para enfrentar e superar possíveis objeções que podem acontecer em relação ao seu negócio. Se algo te pega de surpresa, você pode precisar de algum tempo para pensar em uma solução e, nesse tempo, acabar perdendo a confiança do cliente.

Para que a estratégia de vendas seja bem formulada, recomendamos sentar junto com sua equipe de vendas e pedir para que cada vendedor levante objeções que poderiam acontecer em relação ao produto ou serviço. Dê o seu discurso de vendas e peça a eles para fazer o mesmo. Juntos, levantem argumentos para cada uma das objeções levantadas e aproveitem o momento para pedir melhorias na apresentação também. Peça a todos para serem criativos e honestos.

Tendo um esboço de problemas previstos e uma análise ponderada dos riscos e objeções, você poderá reduzir a resistência de alguns clientes. É importante lembrar de manter o equilíbrio entre superar objeções e ser insistente demais. Cuidado para não forçar a liberdade do cliente.

*Acesse o nosso artigo sobre técnicas de vendas http://ideias.me/tecnicas-de-vendas/ para se profundar neste assunto.

#6 – CONHEÇA A SUA CONCORRÊNCIA

Faça sua pesquisa e certifique-se de encontrar algo relevante que a concorrência não está fazendo. Muitas vezes, este é o maior ponto de venda que você poderá obter, e isso não deve ser ignorado na hora da negociação.

Qualquer estratégia de boas vendas é construída com a competição em mente. Uma dica legal é saber o que funciona para a concorrência e melhorá-la através da oferta de um produto similar a preços mais baixos ou comercialização de um produto semelhante, porém melhor e muito mais relevante. Independente do que for, você precisa encontrar onde seu produto é mais vantajoso para o cliente, e precisa ser algo de valor.

Determine o que separa o seu produto da concorrência. Para conseguir vender a seus clientes, seus representantes de vendas precisam saber por que os clientes devem comprar de você, qual a principal diferenciação do produto.

Desenvolva uma mensagem de vendas que enfatiza os benefícios de seu produto em relação à concorrência e ofereça um argumento convincente explicando por que seu produto é melhor e deve ser o único que seus clientes devem escolher.

#7 – ANALISE AS TENDÊNCIAS DO MERCADO

Ocasionalmente, os produtos saem de moda e precisam ser atualizados ou substituídos. Em outros casos, a economia vai determinar o quanto o consumidor está disposto a gastar em um determinado produto.

Entender esses tipos de tendências é um grande fator no desenvolvimento de uma estratégia de vendas. A melhor estratégia de vendas é se preparar com antecedência para quando os produtos se tornarem menos populares ou quando os mercados estiverem favoráveis.

Estude sempre essas tendências, use uma estratégia mais agressiva para quando seu produto estiver no topo para assim conseguir o maior retorno possível. Quando o mercado estiver desfavorável, busque maneiras de diferenciar a venda ou oferecer algo a mais que agregue valor para o cliente, e faça-o perceber que ainda vale a pena investir na sua oferta.

O mercado está sempre se renovando, e pode ser que você tenha um período de baixa até a empresa lançar novos produtos. Por isso, sempre tenha algumas cartas na manga pra agir rápido e se manter na frente da concorrência.

#8 – CRIE METAS DE VENDAS

Na estratégia de vendas, as metas devem ser específicas e mensuráveis, e não algo inalcançável.

Metas desafiadoras, difíceis, mas que estão na medida do possível irão motivar a equipe de vendas a alcança-la. No entanto, metas fora da realidade farão com que seus vendedores simplesmente desistam de alcança-la antes mesmo de tentar.

Baseie-se sobre a natureza de seu produto e tente dividi-los em partes gerenciáveis para ter uma noção melhor de como medir e encontrar os melhores limites.

Por exemplo, defina uma meta de vender 50 unidades em 30 dias para os usuários finais e vender 100 unidades para os varejistas locais em seis meses.

Lembre-se também de ligar todas essas metas a um objetivo maior, incentive a equipe a atingi-lo como um todo. Por exemplo: Fazer a maior venda total da história da empresa. Objetivos grandes fazem com que todos vejam uma motivação maior para trabalhar em equipe e ajudar uns aos outros.

#9 – ATIVIDADES DE VENDAS

A próxima etapa da estratégia de vendas, consiste em como você pretende fazer a venda.  Você pode dizer que você vai vender direto ao consumidor através de um website ou através de amostras, por exemplo.

Ou esta parte do plano pode incluir atividades como o desenvolvimento de uma folha de pagamento para enviar para as lojas de varejo independentes.

Apesar de parecida com a dica do contato, existem diferença substanciais nessa estratégia. Aqui, falamos sobre tudo que engloba a abordagem ao seu cliente, com materiais tangíveis e intangíveis. É importante você ter esse material bem preparado e saber exatamente o que fará com ele quando chegar no cliente.

#10 – FAÇA PROSPECÇÃO

Inicie o processo de prospecção do território de vendas para encontrar clientes interessados. Tente alcançar todo o seu público-alvo para determinar quem está interessado em seu produto. Pode ser um envio em massa através de correio normal, um e-mail em massa, ou anúncios em publicações locais.

O importante é contatar o cliente. Como você já tem o público-alvo definido, faça uma prospecção segmentada para fazer com que seu investimento seja ainda mais eficiente.

Nessas prospecções, procure coletar o máximo possível de informações do seu cliente que possam, de alguma forma, serem relacionadas com o seu produto. Dessa forma, você pode classificá-los por mais ou menos interessados e atuar com diferentes formas de abordagem para aumentar a sua taxa de sucesso.

Note que hoje, a abordagem de venda está cada vez mais personalizada. Na estratégia de vendas, conseguir chegar ao ponto de conhecer cada cliente te dá uma vantagem competitiva excelente à frente da concorrência.

DICA BÔNUS:

Um cliente sente se você está sendo sincero durante o processo de venda. Seja pela expressão corporal ou com uma palavra ou outra, de alguma forma ele tem consciência disso. Em outras palavras, é importante transmitir ao cliente que você se preocupa com ele e não apenas com o negócio.

Tudo muito calculado pode afastar as pessoas. No entanto, lembre-se que não há nada de errado em estar preparado. Não há problema em aparecer como se estivesse pronto para cada pergunta que vem à sua maneira, simplesmente não aja como se você não se preocupasse com os interesses do cliente. Lembre-se que uma venda não é algo mecânico, com scripts corretos e previsíveis.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

plano estratégico de vendas é um documento extremamente importante, que merece muito tempo e energia para se desenvolver. Ele deve ser ajustado conforme a sua empresa evolui, novos produtos ou serviços são introduzidos ou com as mudanças do mercado.

Acompanhe as taxas de sucesso das campanhas de prospecção e dos contatos frios realizados. A organização é um fator importante para o sucesso em qualquer setor e nas vendas não é diferente.

Mantenha um histórico, sempre documente tudo, anote o que deu mais resultado e o que não funcionou e adapte suas estratégias ao seu mercado. Isso fará com que as tendências de mercado fiquem ainda mais claras no momento de aprofundar na análise sobre as melhores estratégias a serem utilizadas.

E aí, gostou das dicas de estratégia de vendas? Compartilhe nas redes sociais, talvez um de seus amigos possa gostar também. Dê a sua opinião aqui no blog. Sua opinião é muito importante para nós.

Um grande abraço e até o próximo post!

PS: Leia também outros artigos sobre venda:

http://ideias.me/como-fazer-doces-para-vender/

http://ideias.me/o-que-vender-na-internet-para-ganhar-dinheiro/

http://ideias.me/brigadeiro-para-vender/

Lanterna Master Light Funciona ?

 

A tecnologia das lanternas evoluiu muito desde 1899, momento em que o inventor britânico David Missel conseguiu uma patente para um “dispositivo elétrico” que utilizada as recém criadas baterias. Foi naquele momento, quando apresentou um sistema portátil de luz, que ele deu início a uma verdadeira revolução na Iluminação.

A partir daí o design das lanternas tem mostrado um progresso impressionante. Pois como escolher o melhor equipamento para atender às suas necessidades?

O básico sobre a lanterna master light

Lanternas são equipamentos de construção – em certa medida – simples. Basta acoplar várias baterias juntas (em série) a um pedaço de metal condutivo, um botão de liga/desliga, uma lâmpada, e pronto, você já possui uma lanterna.

Seu desempenho é igualmente simples. Com a tecla liga/desliga acionada, ele fecha o círculo elétrico e a lâmpada acende. Colocando mais baterias e uma lâmpada mais forte, você obterá uma lanterna que ilumina ainda mais. Depois de ligada, a lanterna pode fornecer luz contínua até a bateria descarregar.

A lanterna produz um foco de luz que ilumina objetos próximos ou distantes dependendo da força e da forma do feixe de luz que ela emite. Para aumentar a capacidade de iluminar, os fabricantes acoplam os chamados refletores (espelhos dispersos em torno da lâmpada), com angulações que variam de acordo com o seu objetivo.

Pronto, essa é a essência de qualquer lanterna: todas usam este formato como base de construção. Com o básico explicado, vamos em frente.

Como avaliar a potência da lanterna

Definir a qualidade de uma lanterna não é tão simples quanto parece. Na realidade há diversos quesitos para definir a funcionalidade e potência de cada modelo. Vamos destacar cada uma delas.

Intensidade da luz – Lúmens:

 

É o quão “brilhosa” é a luz emitida pela lanterna. Para aferir isto de forma padronizada, a medida padrão chama-se “lúmens” (Unidade de fluxo luminoso). Quanto maiores os lúmens de uma lanterna , mais intenso será o seu brilho.

Seguem alguns exemplos:

0.25 – 1 lúmen:  Iluminação lunar (lua cheia) durante uma noite de céu claro;
8-20 lúmens: Permite que você identifique o seu entorno e consiga percorrer o interior de uma casa escura sem grande dificuldade;
25 lúmens: É a quantidade de luz que você necessita para ler um livro em um quarto escuro;
30 – 100 lúmens: Iluminação suficiente para executar tarefas que estão ao alcance das mãos, como amarrar cordas, manejar uma arma, afiar uma faca, cozinhar);
60 – 120 lúmens: Se o feixe de luz for direcionado aos olhos de alguém durante a noite, pode causar desorientação temporária;
200 lúmens: Capaz de desorientar temporariamente o alvo à luz do dia em caso de luz focal;
400 – 800 lúmens: É a intensidade de luz por metro quadrado que você tem dentro de seu quarto ao longo do dia;
32.000 – 100 lúmens: Intensidade da luz que você recebe de maneira não focal ao longo de um dia com o céu limpo, sem nuvens.
ATENÇÃO: Lanternas que encontramos em sites chineses com 2 mil e 3 mil lúmens por preços ínfimos não são reais. Boa parte das lanternas encontradas no mercado, de marcas confiáveis e verificadas pela ANSI (Instituto nacional Americano de Padronização) variam dentro desta faixa:

0.3 – 0.6 lúmens: Bastões químicos de luz, usados para delimitar posições ou iluminar pequenos trechos de interesse;
1 – 20 lúmens: Chaveiros com LED’s ou mini lanternas, usados para atividades simples como buscar um item que caiu dentro do carro;
30 – 100 lúmens: Lanternas de uso comum, encontradas em lojas de ferramentas e que funcionam para iluminar quartos escuros ou buscar velas no momento em que a força cai;
100 – 280 lúmens: Lanternas táticas, com alta intensidade de brilho e com potencial para desorientar quando direcionada aos olhos do alvo;
280 – 1500 lúmens: Lanternas de alta potência utilizadas em acampamento, e em ambientes bastante abertos onde a distância efetiva de luminosidade é fundamental;
1.500 – 3.500 lúmens: Lanternas de fabricação limitada e altíssimo custo focadas em cenários específicos, como para explorar cavernas.

Com a questão da “potência” explicada a tendência é ser seduzido por lanternas de alta luminosidade, porém mais elementos precisam ser levados em conta antes de você realizar sua escolha. Nosso próximo tópico é o feixe de luz.

Tipos de feixe de luz

O feixe de luz define, em metros, o quão longe a luz consegue ir antes que fique mais fraca que 0.6 lúmens (a iluminação da lua cheia em uma noite clara). Vale frisar que não é só a potência em lúmens quem determina esta distância, mas também a angulação e a qualidade dos espelhos posicionados em volta da lâmpada para melhor refletir a luz.

As classificações são:

Refletores lisos: Os estilos mais antigos, que constam nas lanternas desde a concepção delas. São baratos e fáceis de serem feitos, frequentemente encontrados em lanternas de baixa qualidade. A complicação deste tipo de refletor é que eles projetam luz de maneira inconsistente e geram “buracos” no feixe: talvez você já tenha notado o anel de sombra que estas lanternas apresentam no foco.
Refletores facetados: Foi uma evolução na tecnologia: ela eliminou os anéis de sombras que eram vistos na tecnologia acima. Estes são compostos por dezenas de pequenos espelhos que refletem a luz para a mesma direção, no entanto com ângulos levemente distintos, eliminando os pontos de baixa luminosidade. Não são indicados para focalizar toda a potência de luz em um único ponto, pois emitem a luz de maneira mais ampla e uniformizada. Estes são usados na maior parte das lanternas convencionais.
Refletores “casca de laranja”: Esta é a evolução mais recente em termos de refletores. Ao invés de pequenas facetas, o refletor possui a superfície coberta por uma espécie de textura – parecida com a casca de uma laranja. Esta tecnologia é capaz de espalhar a luz de maneira igual e gerar um foco intenso de luz quando a lente é movida. Esta categoria de refletor é bastante encontrada em lanternas mais sofisticadas e de alta qualidade.

Por isso tenha em mente que ao escolher a sua lanterna você não pode priorizar somente a potência dos modelos, uma vez que a qualidade dos refletores impactará de modo direto no resultado final da iluminação. Tendo, por exemplo, uma lanterna de 200 lúmens com refletor liso, você conseguirá uma performance inferior a uma de 60 lúmens com refletores mais modernos como o último que citamos.

Lâmpadas vs. LED’s

 

A maior parte das famílias possui em casa uma lanterna incandescente antiga. Entretanto, nos dias de hoje o diodo emissor de luz (LED) tem se tornado a escolha de preferência para tipos de lâmpadas em lanternas.

As lanternas incandescentes que utilizam baterias alcalinas foram o padrão por muito tempo, enquanto os LED’s eram utilizados somente para sinalizar pequenos elementos. Por isso, em 1999, uma lanterna usando LED’s agrupados foi inventada, criando uma luz clara que superava bastante a das incandescentes. Dada a popularidade das lanternas de LED, as luzes incandescentes têm sido substituídas.

Isto ocorre uma vez que o LED usa menos energia, é mais poderoso e dura mais tempo que o seu predecessor. Uma lâmpada incandescente pode criar de 8 a 10 lúmens por Watt, enquanto a de LED pode criar até 100 lúmens por Watt. Entretanto, as LED’s precisam de maior voltagem para funcionar (3.4 a 3.7 vs. 1.5 volts nas incandescentes).

Por isso a resposta é muito simples: Pretende comprar uma lanterna com eficiência energética, ótima intensidade de brilho e que aguente várias horas de uso? LED é o caminho.

Autonomia e tipos de bateria

 

É essencial entender quanto tempo de luz a lanterna aguenta se estiver com as baterias inteiramente carregadas. O nome técnico para esse “tempo” chama-se autonomia.

A autonomia define quantas horas a luz da lanterna pode ficar acesa antes da bateria cair para 10% da voltagem de uma bateria nova. Muitos fabricantes americanos apresentam um gráfico mostrando o desempenho da luz com o passar do tempo em seus manuais e sites.

Você pode efetuar o cálculo de forma simples: Quanto mais capacidade de armazenamento a bateria tiver, mais tempo ela conseguirá atender a força que a lâmpada necessita.

A outra variável quando o assunto são as baterias é a capacidade de constância da carga, isto é, a estabilidade em manter a emissão da mesma voltagem até o fim de sua carga. Isso talvez pode variar de modo direto de acordo com o material utilizado na sua construção. Os tipos são os seguintes:

Descartáveis:

Lítio
Alcalinas
Recarregáveis

  • Níquel metal Hidreto (NiMH): Aguentam entre 150 e 500 ciclos de recarga;
  • Ion-Lítio (Li-Ion): Capazes de aguentar entre 500 e 1.500 ciclos de recarga;
  • Níquel Cádmio (NiCd): Suportam acima de 1.500 ciclos de recarga;

*Um ciclo de recarga é considerado no momento em que você descarrega completamente a bateria e então carrega a mesma 100% de novo.

Vale advertir que não podemos alternar o uso de baterias alcalinas e de lítio no mesmo aparelho (duas pilhas, uma de cada tipo).

Dínamo

Além das técnicas tradicionais de carga você pode igualmente obter lanternas que dependem de dínamos para funcionar. Estas lanternas normalmente são muito baratas e encontradas em diversos locais, com diversos tamanhos e estilos.

Estes equipamentos contam com capacitores ou pequenas baterias que armazenam uma quantidade limitada de energia, mas que podem ser recarregados com movimentos de alavancas que, ao gerar fricção, criam uma corrente e logo recarregam o aparelho.

Embora garantam certa autonomia de baterias ou de energia elétrica, as lanternas dínamos emitem luz fraca. Se o capacitor/bateria perder sua carga, a lanterna deixa de funcionar.

Em suma, é um equipamento bom em termos de backup e para atividades simples. Não costuma ser a primeira escolha de aventureiros.

A sua escolha a partir destes pontos deve basear-se na facilidade de conservar a sua lanterna funcionando. Muita gente prefere adquirir lanternas que usem a mesma bateria de outras que já possuem em casa, pois assim a estocagem fica mais fácil. Outros preferem apostar em lanternas com baterias de alta capacidade e garantir que estas fiquem sempre carregadas.

A partir destes aspectos você entenderá se os parâmetros da lanterna que você gostou respondem ao que você espera dela. Um aviso importante:

Naturalmente buscamos o produto mais potente disponível no mercado, porém foque na funcionalidade e não na quantidade, pois nem sempre a lanterna de maior luminosidade é a ideal para os eu trabalho.

Pensando neste ponto, vamos para o próximo assunto do nosso guia.

Os Modelos de Lanternas

Temos diversos modelos à venda no mercado. Visite uma loja de ferramentas, faça buscar na internet e acesse lojas online. Você verá que os modelos são quase infinitos.

Você vai se deparar com lanternas que funcionam com pilhas AA ou AAA; e também com todas as outras formatações de baterias que comentamos. Você encontrará lanternas de chaveiro, lanternas domésticas, holofotes, spots, luzes táticas, lanternas de cabeça e inclusive bastões químicos de luz que fornecem 12 horas de luz contínua.

Em certa medida, possuímos algumas categorias padronizadas. Vamos lá:

Uso doméstico da lanterna master light

São as lanternas de formato mais simples, encontradas em mercados e lojas não especializadas.

Elas são mais baratas se comparadas a outros tipos de lanternas e utilizam pilhas convencionais encontradas em qualquer mercado, mas sua capacidade de iluminação e resistência à água é muito limitada. É utilizada no cotidiano da casa para atividades simples, como buscar algo em uma despensa escura.

Uso de aventura

São as chamadas headlamps (lanternas de cabeça), muito utilizadas em trilhas. Elas são mais resistentes a água, mais leves, possuem longa autonomia e são mais leves. Os modos de luz variam de acordo com o modelo.

Uso tático

Adotada principalmente para uso tático e operacional para forças policiais e militares. A intensidade da luz é maior, o corpo é feito em alumínio aeronáutico (mais resistentes a quedas e ainda assim mais leve) e com foco regulável. Desconfie de preços muito baixos – o material utilizado para fazer estas lanternas é mais resistente, logo, mais caro.

 

A Lanterna Master Light funciona ?

A Lanterna Master Light é ideal para todas as situações. Sua tecnologia LED é utilizada pelos EUA Navy Seals, por policiais e equipes de resgate. De padrão militar, ela possui 100 mil horas de vida e possui 6000 W. Seu formato é compacto, ela é mais leve e resistente à água, alcança até 800 metros – e também utiliza bateria recarregável. Pode ser vista a até 3 quilômetros de distância.

Ela é ideal para ser utilizada como medida de segurança durante caminhadas noturnas, em acampamentos e trilhas. É recomendada também em casos emergenciais, como em incêndios (ela aumenta a visibilidade) e problemas técnicos com o carro – como trocar um pneu furado durante a noite.

 

O Kit da Super Lanterna Master Light vem com:

  • 1 carregador de bateria
  • 2 baterias carregáveis
  • 1 prendedor de pressão
  • 1 cordão de suporte
  • 1 carregador para carro

 

Vendedor autônomo: como começar e o que vender(Atualizado 2017)

Tornar-se vendedor autônomo pode ser uma forma, bem lucrativa, de trabalhar por conta própria.

Ultimamente, o número de vendedores autônomos cresceu bastante no país, algumas pessoas embarcam na profissão porque sofreram uma demissão inesperada, porque desejam trabalhar sendo seus próprios patrões ou para, gerar renda extra.

Independente do motivo, isso deve ser levado muito a sério para ter chances de uma carreira de sucesso e lucros. Estabelecer uma rotina própria de trabalho é primordial para poder executar todas as tarefas necessárias de forma correta.

O principal ingrediente para ter sucesso na profissão é fazer um planejamento detalhado que contenha estudo do mercado que deseja atuar, conhecer a concorrência, estimar custos com compra de mercadorias e despesas como transporte, alimentação e outras. Tenha certeza de ter capital suficiente para os primeiros tempos, que são sempre mais escassos.

 

Vendedor autônomo de roupas

 

Ser vendedor autônomo é uma profissão onde os resultados dependem apenas do seu próprio esforço, seus ganhos serão diretamente proporcionais à sua dedicação. Quando uma pessoa resolve trabalhar por conta própria, ela deseja independência, liberdade financeira e melhor qualidade de vida. Para ter tudo isso é preciso trabalhar dia a dia.

Se sempre trabalhou em empresa e resolveu ter seu próprio negócio, lembre-se que agora você será responsável por seu horário, o recolhimento de seus impostos, sua renda, suas férias e tudo que antes dizia respeito ao local onde trabalhava. Você agora é o negócio propriamente dito.

Para começar a trabalhar como autônomo, aconselhamos que faça um carnê para pagamento do INSS, para ter direito a aposentadoria e outros benefícios. É possível também, trabalhar como MEI (Micro empreendedor individual) e recolher uma taxa específica por mês, que independe das vendas que você fizer.

Como todo trabalho com vendas é preciso ter uma clientela para oferecer os produtos, se você vai começar do zero, é importante fazer um estudo para ver se o nicho que você pretende atuar é propício, se existe mesmo procura para o produto que pretende vender.

Revender roupas é um bom negócio, pois você pode conseguir fazer compras diretamente das fábricas a preços bem acessíveis e vender para seus clientes com uma boa margem de lucro. Comece com roupas femininas que tem um poder de público mais abrangente e vá incrementando o negócio aos poucos até poder oferecer peças para todas as pessoas.

Esteja sempre antenado com o mercado que atua e faça cursos de capacitação para melhorar as condições do seu trabalho. Trabalhar por conta própria exige muita disciplina e dedicação. Sem isso o sucesso ficará comprometido.

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