Gerenciamento de empresas utilizando softwares online

A internet mudou completamente a forma de gerenciamento de empresas e a relação entre consumidor, fornecedor e produto. Antes mesmo desta era da computação nas nuvens, as empresas já se beneficiavam da tecnologia para automatizar seus processos. Muitas empresas, com a ascensão de soluções digitais, criaram algum nível de presença online, seja na forma de websites para mostrar sua marca, como também para agilizar no atendimento e suporte para resolver os diversos problemas e ir além da relação de atendimento por telefone. Até o próprio telemarketing obteve benefícios utilizando softwares de gerenciamento de atendimento ao cliente.

A solução ainda usada em grande parte das empresas, principalmente no Brasil são softwares de gerenciamento e integração como o SAPERP e BPM, como abordado pelo Daniel do Startup.me no meu blog. Estas soluções atuaram no mercado durante muito tempo, e ainda são significativas nos processos de integração e tarefas corriqueiras como preenchimento de formulários para gerar diversos tipos de documentos usados nas empresas e no seu eco-sistema de funcionamento.

A era do cloud-computing para soluções integradas entre empresas

No mundo corporativo, há uma grande demanda do uso de soluções baseadas em computação nas nuvens de forma a ajudar no gerenciamento dos processos empresariais. Estes serviços já fazem parte das nossas vidas no nosso dia a dia como uso compartilhado de arquivos e documentos utilizando o Google Drive, Dropbox e afins. Agora essas ferramentas também invadem as empresas e a forma como seus processos funcionam. Muitas vezes até barateiam o custo de softwares de gerenciamento, além de não necessitar de uma infra-estrutura própria que pode ficar bem cara e inviabilizar seu uso. Algumas empresas já trocaram soluções do pacote Office (Word, Excel, Power Point) por soluções totalmente online como Google Docs, Spreadsheet and Google Presentation.

Softwares baseados em cloud-computing oferecem diversas vantagens:

  • Não precisam ser instalados num computador, onde a atualização da versão requer um suporte e nova instalação feita pela empresa, tendo que receber o software por mídias, ou atualizações guiadas pelo suporte;
  • Integração entre empresas que podem se comunicar online, além de grandes empresas poderem ter acesso a suas filiais e controles otimizados de recursos entre elas;
  • Muitas soluções são gratuitas ou por demanda, desta forma você paga proporcionalmente ao tamanho da empresa e quantidade de uso de recursos que ela oferece.

Atualizações dos softwares

Com plataformas B2B remotas, há maneiras destas ferramentas se auto atualizarem, bastando ter uma conexão ativa com a internet e autorização do usuário com as devidas permissões para fazê-lo. Desta forma não é necessário contactar nenhum suporte ou obter o software físico, ou nem mesmo realizar download.

Integração entre empresas

Essas plataformas permitem que as empresas não fiquem com seus processos e documentos de forma isolada. Elas na verdade integram um complexo ecossistema de novas empresas e fornecedores por diversas ferramentas. Há soluções entre sistemas distribuídos que compartilham seus dados. Normalmente, isto era feito em forma de redes internas entre empresas e suas filiais, e agora pode ser feito de forma mais integrada, inclusive com outras empresas da rede.

Modelo Marketplace

O modelo Marketplace de gerenciamento de empresas usando soluções online faz com que empresas e fornecedores deixem de ser “silos” e passem a viver numa rede onde seus sistemas podem se integrar e uma empresa ser “visível” para outras, compartilhando produtos e possibilitando negócios online entre elas.

Quais são estas empresas?

Muitas das soluções baseadas em softwares instalados ou em rede ainda não oferecem soluções completamente online, embora a maior delas, a SAP, tenha feito uma investida e comprado a Startup Ariba. Novas startups surgiram para suprir e investir nesta demanda de gerenciamento de empresas utilizando uma plataforma mais flexível e integrada, não só entre seus diversos setores e filiais, mas com outras empresas e fornecedores.

No Brasil ainda há poucas soluções que seguem esta linha, muitas empresas que apostam nesta perspectiva utilizam softwares que atuam em diversos países, eu vou citar as principais aqui:

Tradeshift

Tradeshift atua em 6 países (ainda não atua no Brasil) e é uma das maiores plataformas de gerenciamento de empresas B2B. Ela possui um marketplace com milhares de empresas utilizando seus sistemas e permitindo integração entre fornecedores e produtos em sua rede. É como um Facebook entre empresas com suas diversas relações.

Ela oferece diversas soluções de compra e venda e integração entre compradores e fornecedores. Tradeshift conecta 800.000 empresas em 190 países e tem escritórios em São Francisco, Copenhagen, New York, Londres, Paris, Tokyo, Munique e Sydney.

SAP Ariba

Uma plataforma SAP online que atua em diversos países, inclusive no Brasil. Ela oferece soluções para controle de fornecedores e produtos entre empresas, controle de finanças e recursos, e gerenciamento de contas e-commerce.

Praticamente todos setores da empresa e tamanhos podem utilizar das soluções que a plataforma Ariba oferece: desde gerenciamento de dados otimizados e inteligência a ferramentas para tomada de decisões.

Em maio de 2012, a SAP comprou a Ariba por US$ 4.3 bilhões. Esta transação foi um marco para tornar a empresa cada vez mais digital e oferecer soluções Web e aumentar seu domínio em softwares empresariais.

Para cada empresa, uma solução mais adequada para você

Devido a esta diversidade de soluções online de gerenciamento e formas de integração, há diversas possibilidades para sua empresa utilizar uma solução viável que caiba no seu bolso e dispense o uso de qualquer infraestrutura de TI para tornar possível automatizar seus processos, e desta forma não pagar um valor equivalente a uma empresa maior. Estas ferramentas permitem a utilização de contas por demanda e diversas soluções que se encaixam com o seu contexto e realidade. Dependendo do tamanho da empresa, até ferramentas online independentes podem se adequar e ter custo zero para ajudar nos processos.

Já para uma empresa maior, com filiais e uma rede de fornecedores, você pode utilizar soluções como as citadas aqui para possibilitar integrações e automatizações entre os diversos setores internos, interligados com suas filiais e fornecedores, que quando também se utilizam da mesma plataforma, podem fechar negócios e fazer movimentações e assim utilizar uma solução online única.

Escrito por Alexandre Magno, Software Engineer na Tradeshift, em Copenhagen. Trabalha há mais de 10 anos com desenvolvimento de software. Começou com projetos hoje referência em guias de viagem como o Conexão Paris (http://www.conexaoparis.com.br) e ajudando os desenvolvedores com diversos tutoriais no seu blog Webpoint (http://www.alexandremagno.net).

Trabalhou por muitos anos na Globo.com como referência no desenvolvimento front-end e das interfaces de diversos produtos da empresa, onde desenvolveu componentes, bibliotecas e soluções, bem como a sua adaptação na era Mobile. Escreveu o livro Mobile First Bootstrap, o framework front-end mais utilizado no mercado.

Trabalhou com diversas tecnologias e linguagens como Python, Ruby, Node.js e Javascript. Possui algumas iniciativas de empreendedorismo com sua Truppie (http://www.truppie.com), com pitadas de internet das coisas utilizando Arduino.

Empresa que produz guarda corpo em inox Rio de janeiro

O guarda-corpo também é conhecido como parapeito, é um “corrimão para sacadas” e serve de proteção contra acidentes e possíveis quedas. A RondGlass é uma empresa que produz guarda-corpo em inox e deixa a sua sacada muito mais elegante.

Ao procurar um guarda corpo inox no rj, além de analisar o modelo e o quão bonito ele vai ficar, também é importante pensar que, como é um produto que fica na parte externa da casa, ele está exposto ao sol, chuva, vento, possíveis acidentes e o detrimento é maior do que um corrimão interno.

Com este olhar, você tem que analisar se o produto que está adquirindo não vai descascar, corroer, quebrar, trincar ou ter qualquer problema rápido. As vezes um Guarda-corpo de acrílico pode trincar tanto na instalação quanto pela alteração de frio e calor.

 

 

O Guarda Corpo em Inox no Rio de Janeiro RJ

O guarda corpo em inox não é tóxico, é reciclável e tem alta durabilidade, porque é livre do processo de corrosão. Esta é umas das vantagens em comparação aos outros tipos de guarda corpo, como o de madeira ou de alumínio, que sofrem muito desgaste com o tempo. Desta forma, o guarda-corpo em inox consegue ficar exposto a todos esses desgastes naturais e provindos da natureza.

O preço é mais alto em comparação a outros tipos de guarda-corpo, porém analisando o custo X benefício, com certeza vale a pena. Ele também consegue ser bem aplicado em diversos tipos de projetos, deixando um design e um visual bem bonito. O inox não é um limitante para a criatividade do projetista, complementando a beleza e o charme da sacada.

guarda corpo rio de janeiro rj

 

Vantagens do Guarda-corpo em Inox rj

  • Alta durabilidade
  • Não é tóxico
  • Reciclável
  • Fácil de Limpar
  • Excelente Custo x Benefício

 

Entre em contato com A empresa que produz guarda-corpo em inox, fale com a RondGlass no Rio de Janeiro-RJ.

Franquia Smart Fit: Guia Passo A Passo Para Abrir A Sua

Como Abrir Franquia Smart Fit? Você provavelmente já viu em algum lugar de sua cidade um banner da rede Smart Fit, com preços surpreendentes e acessíveis, não é verdade? Se a sua resposta for não, está esperando o que para abrir sua franquia?

A franquia Smart Fit, caracterizada por ser uma “Academia Inteligente”, faz parte do segmento de academias, e vem crescendo e se popularizando de forma massiva e rápida. A franquia já está espalhada por vários estados do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Ceará, Goiás, DF, Minas Gerais, etc. Uma oportunidade de negócios muito interessante e lucrativa para os empreendedores.

Mas o que faz com o que a Smart Fit consiga arregimentar tantas pessoas em pouco tempo de atividade?
A preocupação com a manutenção da saúde e a garantia do bem-estar aumenta cada vez mais entre as pessoas. Vaidade e busca de padrão de beleza há tempos não são objetivo principal dos assíduos de academias. Logo, é um mercado que há procura em diferencial e já oferece retorno positivo.

Outros pontos que colaboram para tornar a Smart Fit primeira opção em academias são:

  • Preços acessíveis
  • Pacotes de preços que permitem que o cliente treine na unidade em que preferir
  • Aparelhos de alta qualidade em uma estrutura de ponta para seus clientes
  • Atrai tanto os atletas quanto os frequentadores casuais, oferecendo praticidade por baixo custo
  • Disposição de equipes de profissionais credenciados para atendimento individualizado (Personal trainers)
  • Adesão à academia pode ser feita pelo site, facilitando o ingresso dos interessados

Quanto custa uma franquia Smart Fit?

O custo inicial de investimento de uma franquia Smart Fit pode variar de R$ 500 mil a R$ 2 milhões, e esse valor já inclui os equipamentos e sua instalação e o modelo estrutural do estabelecimento.

A taxa de franquia inicial corresponde a um valor aproximado de R$ 100 mil.
É cobrado o valor de 4,5% do FB em taxa publicitária, e de 10% do FB em Royalties.
Estima-se que o prazo médio de retorno do investimento inicial seja de 36 meses.

Como se tornar um franqueado da Smart Fit?

É aconselhável que o investidor se sinta à vontade e se agrade da área de fitness. O grupo Smart Fit tem um perfil desejado para seus franqueados. Isso inclui possuir um espírito empreendedor, gostar da interação com os clientes, acompanhar bem de perto, ser presente e ativo no desenvolvimento da academia, bem como ter compromisso e proatividade para com o próprio empreendimento.

Caso você se adeque a estas caraterísticas, o próximo passo é entrar no site do grupo:
https://www.smartfit.com.br/franquias/cadastro

Na página da web, você preencherá um questionário com seus dados pessoais e valor de capital para investimento e enviará seu interesse em se tornar um franqueado. Feito isto, basta aguardar o retorno da equipe de suporte da Smart Fit. Eles avaliarão o pedido de abertura de franquia, bem como o perfil do possível franqueado, e caso seja aprovado, dá-se início ao processo de abertura da franquia.

E aí, gostou das dicas? Compartilhe nas redes sociais, talvez um de seus amigos possa gostar também. Dê a sua opinião aqui no blog. Sua opinião é muito importante para nós.

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5 Passos Que Vão Mostrar a Sua 1ª Ideia de Negócio

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Olá pessoal!

Meu nome é Marcelo Pimenta, sou Diretor de Negócios da LeadseVendas.com e criador do blog Business Ideas Brasil, um espaço onde você encontra as melhores ideias de negócio pelo mundo.

Veja também: Oportunidade de Franquia Digital permite empresários a terem seu próprio Netflix

Enfim, ao longo de muitos anos nesse mercado, percebo que deixar o emprego para abrir o próprio negócio é o sonho de muita gente.

No entanto, além da necessidade de preparo, encontrar aquela ideia especial nem sempre é a coia mais fácil do mundo.

Porém, essa busca não precisa ser algo místico, como se de repente a ideia viesse do céu diretamente para você.

Talvez pode até acontecer algo assim um dia, mas existem algumas formas mais “controláveis” de encontrar um bom projeto para virar empreendedor.

Sendo assim, separei 5 passos bem simples, só pra te dar uma luz, e que poderão te ajudar nessa empreitada.

Afinal, não basta só ter uma boa ideia, é preciso entender se ela é viável e consegue escalar no curto prazo.

Olha só:

1. Descubra uma necessidade e pense em como resolvê-la

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Esse é o passo mais básico.

Para você conseguir ter uma ideia de negócio, é importante que você procure necessidades ao seu redor que nenhuma empresa ou negócio resolva, ou que resolva mal.

Desse modo, você poderá identificar não só a ideia, como também a demanda e o público que possui essa necessidade.

Observe os seus amigos, escute alguma queixa ou problema relacionado a algum produto que eles tiveram nos últimos dias.

Pesquise em sites de reclamações quais serviços ou produtos possuem mais menções negativas e avalie quais os pontos em comum.

Desse modo, você poderá pensar em uma solução a oferecer para a empresa ou abrir um negócio concorrente.

O importante é estar aberto e pronto para encontrar aquilo que necessita de resolução.

Aqui também é importante você se autoavaliar, de modo a encontrar os pontos onde você também tem dificuldade.

É importante descobrir aquilo que mais te deixou decepcionado ou irritado nos últimos tempos em relação a um produto ou serviço.

Boas ideias e grandes possibilidades podem estar à nossa frente, porém a raiva e o nervosismo as escondem.

2. Avalie as suas habilidades e gostos

Não adianta querer partir para um negócio numa área onde você não tem domínio algum.

Ou você arruma um sócio que tenha experiência e conhecimento nessa área ou se prepara muito antes, o que poderá levar tempo.

Tente ver o que você sabe fazer de melhor e pesquise quais empresas, negócios, serviços etc. combinam ou necessitam desse tipo de habilidade.

Se você é bom em falar para muitas pessoas, talvez possa abrir uma empresa de palestras e conferências (perca o medo rapaz!), dentro daquela área em que você trabalha hoje.

O mesmo vale para quem gosta de ensinar. Nesse caso, dá para abrir uma consultoria e ensinar outros profissionais do seu campo de atuação.

Avaliar seus gostos também é fundamental para descobrir oportunidades de negócios relacionadas a eles.

Muitos youtubers que gostavam de fazer vídeos hoje estão vivendo disso, montando sua própria equipe de filmagem e pós-produção.

Transforme aquilo que você tem de melhor em uma oportunidade.

E se você não gosta daquilo que você sabe fazer bem ou não descobriu uma habilidade interessante, invista seu tempo e conhecimento para adquirir uma.

E, de preferência, que você goste finalmente!

3. Busque oportunidades na sua comunidade

Muitas pessoas preferem produtos artesanais ou diferenciados, que você não encontra nas grandes lojas ou nas empresas multinacionais.

Seja um suco feito com uma fruta típica da sua região, um tipo de artesanato ou até uma comida local, as chances de você converter isso numa ideia são boas.

Temperos caseiros de família podem ser industrializados e comercializados; dá para abrir uma agência de turismo se a sua cidade tiver algum ponto bonito que poderia atrair turistas e por aí vai.

Entendeu o que eu quero dizer, meu caro? Não se trata desses exemplos ao pé da letra.

Você precisa entender o espírito local. Respirar aquilo que você tem de melhor aí e colocar a cabeça pra funcionar.

Grandes ideias de negócio acontecem somente ao observar o comportamento das pessoas ao seu redor.

Um sabor que é diferente, uma forma de executar uma receita que ninguém dá tanto valor aí, mas que em outros locais se sobressai.

Repito: observe bem o que você ou sua região de tem diferente e que pode se transformar em receita recorrente.

4. Pesquise pessoas, empresas e mercados que inovam muito

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Pesquisa é fundamental para se absorver novos conhecimentos e ampliar os horizontes.

A dica aqui é pesquisar pessoas, empresas e mercados de países que inovam muito.

Como pessoas, vale a pena ler sobre biografias de grandes empreendedores, inventores, escritores, líderes, personalidades etc. que realizaram mudanças no mundo.

Especialmente aqueles que trouxeram mudanças dentro do campo em que você deseja abrir o seu negócio.

Leia também sobre empresas que inovam muito em seus produtos ou serviços.

Como exemplo, temos a 3M e o Polishop.

Essas duas lançam produtos inusitados e diferentes com grande frequência, basta entrar no site delas, ir em uma de suas lojas ou ver aqueles programas sobre produtos de alguns canais da tv aberta.

O mesmo vale para mercados de países que são considerados inovadores.

Veja as regiões dos EUA que inovam mais: California, Nova York e Texas; estude sobre essas inovações. Respire um pouco daquele ambiente, mesmo que virtualmente.

Eu mesmo, antes de conhecer a California e fazer um tour por lá, viajava muito dentro do meu escritório, só de ler o que os caras estavam escrevendo e mostrando.

Avalie economias fortes em tecnologia como o Japão e a Alemanha, quais produtos eles lançam, quais são diferentes e por aí vai.

Você já ouviu falar em copycats?

São os negócios e startups que foram copiadas e remodeladas para outros mercados.

Cara, tem CEO e investidor por aí rindo a toa por ter criado um copycat na vida.

5. Leia, estude e adquira conhecimentos

Parece muito básico isso, mas é importantíssimo ler muito sobre o nicho em que você vai atuar.

Afinal, quanto mais conhecimento, mais você poderá juntar pontos diferentes até conseguir alguma ideia interessante.

Você já ouviu aquela máxima de que “informação é ouro”?

Pois então, é ouro mesmo. Quanto mais você souber e tiver informação privilegiada, melhor.

Uma vez fechei um negócio de milhares de dólares por um único tweet.

É claro que levei um ano para desenvolver o negócio, mas tive uma informação privilegiada que me levou a isso. Haja leitura viu!

Frequente congressos, feiras de inovação e veja os lançamentos do setor em que você quer atuar.

Exergue as possibilidades ou pra qual caminho aquele mercado está indo.

Você pode até pegar alguma ideia de franquia que está nascendo em outro país e aplicar aqui.

Hoje em dia, com a expansão da internet, há muito conteúdo online disponível.

Só é preciso pesquisar bem e ter disciplina na hora de estudar. Não procrastine.

Também é necessário ler materiais de outros países, assistir vídeos de profissionais de mercados mais desenvolvidos ou que sejam referência nas áreas onde você quer ter sua ideia de negócio.

Com mais conhecimento, você também poderá ser mais criterioso ao avaliar se a ideia é realmente boa quando ela surgir.

Veja se isso já aconteceu com você: vem uma pessoa e te diz “cara, o que acha se a gente plantasse bananeira nesse terreno baldio, esperasse crescer e vendesse as bananas depois?” – achando que isso é uma tremenda ideia…

Isso é só um exemplo, claro, mas acontece demais comigo.

Lembre-se de deixar a euforia da novidade diminuir para que você consiga analisar bem se há viabilidade para o seu projeto.

Pensa nessa ideia por vários dias.

Busque referências no Google e veja se existem concorrentes.

E se existem, execute melhor.

Conversar com profissionais da área também ajuda, de modo a ouvir suas sugestões, críticas, recomendações etc.

Só fique de olho para saber quando os comentários são válidos mesmo e quando eles não devem ser levados em consideração, talvez pela pessoa não ter entendido a proposta.

Falar com familiares leigos não ajuda muito. Eles não entendem essa linguagem geralmente.

Nesse caso, também é sua função saber explicar bem a proposta.

Não tenha medo de que pessoas copiem sua ideia. Ninguém é ágil o bastante para copia-lo.

No Vale do Silício (California) as pessoas saem contando ideias pra outras o tempo todo.

Isso ajuda a colher feedback e validar pontos iniciais daquilo que será uma grande empresa no futuro. Pode ficar tranquilo, já que brasileiros têm medo dessa “cópia”…

Conclusão

Obter a sua ideia de negócio é só o primeiro passo para o seu futuro.

Aqui nós estamos falando de 5 dicas para você encontrar a sua.

Depois que encontrar, vai perceber que existe muito trabalho pela frente.

Um trabalho que você ainda não faz ideia pra realmente ter um protótipo de negócio pronto.

Sem contar que depois que você começar a executar o seu primeiro protótipo de negócio, pode ter que mudar quase tudo no meio do caminho.

Mas essa é a ideia.

Porque nada nessa vida é tão empolgante quanto construir o seu próprio negócio e fazer do seu suor a sua fonte de renda e quiçá de centenas de pessoas depois.

Um grande abraço e até logo!

Marcelo Pimenta é Diretor de Negócios da LeadseVendas.com e criador do Blog de Negócios Business Ideas Brasil.

Já pensou em ter sua própria Newsletter?

Já pensou em ter sua própria Newsletter?

Saiba por que as empresas estão adotando cada vez mais essa ferramenta.

Empresas de diversos setores estão usando uma estratégia de comunicação para ampliar os caminhos que levam a satisfação de clientes internos e externos.

Através da newsletter, dos e-mails cadastrados é possível envolver as pessoas com a divulgação de produtos, promoções de funcionários, novidades em produtos e acontecimentos e envio de conteúdo de interesse do seu público alvo.

A newsletter é um caminho de comunicação que faz com que todos os procedimentos internos e externos sigam o fluxo dos acontecimentos gerais – dos funcionários até os colaboradores da empresa, supervisores, diretores – para que todo mundo conheça a infraestrutura, missão e valores dos processos da empresa, desde a hierarquia mais alta até o funcionário mais básico.

“A Influência da motivação que os funcionários sentem como integrantes do processo trazem importância para os mesmos. Eles são motivados nos setores em que trabalham  e as atividades nas quais ele desenvolvem, quando passam a ser notícia no próprio jornal. Então a gente pode não perceber a newsletter como tendo um retorno financeiro imediato, mas sim como capital simbólico pois ele cria motivação nos funcionários”, explica o Jornalista e consultor de comunicação empresarial, Daniel Meirinho.

Porém, para essa tática funcionar é preciso dar atenção para detalhes importantes, como os profissionais elaboram e o público para quem é direcionado. Segundo pesquisador acadêmico da PUC MG, Cleilton Alves, não adianta fazer uma newsletter sem os profissionais adequados pois apesar da proliferação da mídia social, ela não pode oferecer mais exposição do que um boletim informativo. E dá uma dica importante.

Se você estiver preocupado com o trabalho envolvido com a sua newsletter, preste atenção: a chave é a publicar de forma consistente o seu boletim e torná-lo profissional. Isso significa ter um boletim informativo focado, editado e enviado para assinantes de qualidade, ou seja, pessoas que pedem para entrar na sua lista ou se inscrever para receber o boletim.

O Portaldolocador.com é especialista na elaboração de newsletters empresariais, além de ter sua equipe formada por profissionais capacitados para a realização deste trabalho.

Recentemente tem recebido uma grande demanda das empresas e a procura por esse serviço tem aumentado muito.  Para ter a sua própria newsletter entre em contato com o próprio diretor de marketing do PortaldoLocador.com, Ronaldo Barros, pelo e-mail rbarros@portaldolocador.com e solicite seu orçamento.

Texto de autoria de Ramone Soraia, da Redação do PortaldoLocador.com

A logística reversa pode fortalecer a imagem da sua empresa e ainda diminuir custos

Artigo Escrito Pela Fluxo Consultoria- Empresa Júnior de Engenharia da UFRJ.

Entenda o contexto:

Com consumismo acelerado e o crescente aumento da produção, cresceu a geração de lixo e seu tratamento inadequado está gerando prejuízos ambientais que podem comprometer a saúde e a qualidade de vida da população como transmissão de doenças, alagamentos, inundações, emissão de gases pela putrefação, contaminação de águas subterrâneas e superficiais, entre diversos outros. Nesse sentido, o governo instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que definiu os princípios, objetivos e instrumentos, bem como diretrizes, relativas à gestão e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, em âmbito nacional. Na qual se destacam os termos de responsabilidade compartilhada e logística reserva.

Entenda o que é

Nos termos da PNRS, a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos é o “conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei.” Assim, a Lei exige que as empresas assumam a retornos dos produtos descartados e cuidem da adequada destinação, ao final de seu ciclo de vida útil.

A logística reversa é um dos instrumentos para aplicação da responsabilidade compartilhado pelo ciclo de vida dos produtos. A PNRS define a logística reversa como um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a gestão dos resíduos sólidos com reposição ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”. Portanto, a logística reversa é o controle do fluxo e informações logísticas referentes ao retorno dos produtos produzidos após sua venda.

A logística reversa trabalha com duas frentes: pós-venda e pós-consumo

Pós-venda trata dos produtos em uso ou com pouco uso, os quais por diferentes motivos retornam aos diferentes estágios das cadeias de distribuição direta. O objetivo do negócio desta área da logística é agregar valor a um produto que é devolvido por razões comerciais, erro no processamento dos pedidos, garantia dada pelo fabricante, defeitos ou falhas de funcionamento, avarias no transporte, etc. Enquanto o pós-consumo, como o próprio nome indica, cuida das atividades depois do descarte dos produtos que podem retornar ao ciclo produtivo, através canais reversos de pós consumo como de reciclagem, de reuso e de desmanche.

Principais produtos

O sistema de logística reversa deverá estar implantado afim de lidar com os principais produtos: pneus; pilhas e baterias; embalagens e resíduos de agrotóxicos; lâmpadas fluorescentes, de mercúrio e vapor de sódio; óleos lubrificantes automotivos; peças, equipamentos eletrônicos e de informática; e eletrodomésticos.

Exemplo de sucesso de logística reversa

A Apple aplica a logística reversa de uma maneira inovadora: os clientes podem levar iPhones antigos em lojas e após a análise de um funcionário especialista recebe o valor do aparelho em forma de crédito para comprar outro produto Apple. Dessa forma, ela faz a retirada dos iPhones antigos do mercado que podem prejudicar as vendas dos novos aparelhos; garante  o relacionamento com o cliente, de forma que ele continue comprando, pois o mesmo não recebe dinheiro e sim um crédito para comprar mais aparelhos na própria empresa e, além disso, a reciclagem dos metais nobres (ouro, cobre, prata, níquel, entre outros) presentes no equipamento gera um valor próximo a 50 milhões de dólares que supera os gastos com todo processo de reciclagem. No último ano, por exemplo, foram recuperadas cerca de 28 mil toneladas de antigos equipamentos.

Quer conhecer outras boas práticas da Apple em gestão de relacionamento? Conheça o Net Promoter Score e saiba como medir a satisfação de clientes

Tendências para o futuro:

Com o aumento da preocupação mundial com rejeitos e a sustentabilidade do planeta, a tendência para os próximos trinta anos é a ser criado para o sistema de resíduos sólidos um modelo parecido com o dos créditos de carbono que foram determinados no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo pelo Protocolo de Quioto onde os governos calculam quanto de emissão de carbono precisam diminuir e repassam essa informação às indústrias do país, estabelecendo uma cota para cada uma.

Nesse modelo, essas empresas podem adotar medidas de eficiência energética para atingir suas metas ou ir ao mercado e comprar créditos de carbono (um crédito de carbono equivale a 1 tonelada de dióxido de carbono) que são negociados nas bolsas de valores a partir dos certificados de emissões reduzidas (CER). Daí a compensação: já que a empresa não vai conseguir reduzir suas emissões, ela compra esse “bônus” de terceiros.

 .

Conclusão

Portanto, quando estruturada como no exemplo da Apple, a logística reversa pode fortalecer a imagem da empresa não somente pelo viés ambiental mas pelo processo em si e diminuir custos, além de se adequar à legislação. Com a implantação da logística reversa, da conscientização para a educação ambiental e seus benefícios, podemos reduzir impactos causados por descartes residuais, melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e obter um balanço ambiental positivo. Além disso, damos um passo rumo ao desenvolvimento sustentável do planeta, pois possibilita a reutilização e redução no consumo de matérias-primas.

Quer saber mais? Conheça a Legislação da Logística Reversa através do site do Ministério do Meio Ambiente e deixe as dúvidas nos comentários.

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