10 Estratégias de Vendas Vencedoras para aplicar em qualquer tipo de empresa

Você sabe o que é uma estratégia de vendas? A estratégia de vendas é um plano criado por uma empresa ou indivíduo especializado com metas de aumentar os lucros sobre as vendas de produtos e serviços. Imagine um soldado indo para uma guerra sem uma estratégia de combate, de modo real, é o mesmo que acontece quando uma empresa não possui estratégia de vendas.

E aí, imaginou? Certamente, ele não obterá bons resultados nesta guerra, podendo até morrer. Da mesma maneira acontece com o vendedor ou empresa que não tem uma estratégia de vendas. Dificilmente obterá grandes resultados sem possuir uma estratégia de vendas, e poderá fracassar logo no início.

A forma como os consumidores tomam decisões de fazer compras está em constante mudança, e por isso é importante você reavaliar continuamente a sua estratégia de vendas no seu negócio e definir o que não funciona mais, o que ainda funciona e os próximos passos.

Quando falamos de vendas diretas então, é tudo muito delicado. É necessário que a estratégia de vendas seja bem elaborada, para  encontrar o equilíbrio perfeito entre ser persuasivo, mas não arrogante ou irritante.

Além disso, a concorrência e a alta competitividade dos mercados hoje desafia continuamente nossos objetivos de crescimento. Isso requer um planejamento cuidadoso, mas com uma sólida estratégia de vendas, você pode entrar no jogo com a certeza de resultados mais consistentes e negócios fechados.

Vamos mostrar agora 10 Estratégias de Vendas Vencedoras para qualquer mercado!

Vamos lá:

#1 – DEFINA SEU MERCADO-ALVO

Conhecer seu cliente é fundamental para ter sucesso na estratégia de vendas. Saiba que você não vai fazer negócios com todas as pessoas que existem. As pessoas não são iguais, e usar a mesma abordagem com todas simplesmente não vai funcionar. Depois de ter o mercado definido, crie uma lista de possíveis clientes. Mapeie idade, sexo, interesses, tudo o que conseguir. Esta lista deve ser grande o suficiente para dar-lhe a oportunidade de realmente se aprofundar e repetir o processo algumas vezes. Assim que tiver entendido o perfil dos seus clientes, defina a melhor forma de tratamento para cada um deles.

Atenção: Se o seu mercado-alvo é muito pequeno, as chances de sucesso diminuem. Você pode ter que mesclar dois mercados-alvo semelhantes, a fim de aumentar a sua base de clientes e obter maior probabilidade de venda.

Estratégias de vendas diferem em alguns aspectos dependendo da indústria na qual atua, mas não importa o que você vende, precisará determinar o mercado-alvo. Por exemplo, não faria sentido para uma empresa que vende bonecas investir em uma estratégia de venda de produtos em revistas de moda masculina.

Identificar um mercado vai além do óbvio. Coisas como os hábitos de localização, gastos de potenciais clientes, onde frequentam, nível de escolaridade, também devem ser estabelecidas para que a estratégia de vendas seja realizada.

#2 – DEFINA MÉTODOS

Todas as empresas devem determinar como proceder para vender e promover os seus produtos ao desenvolver uma estratégia de vendas. Você precisa definir quais serão seus principais métodos para essa etapa.

Como você entrará em contato com os seus clientes? Será através de e-mail? Por telefone, ou através do envio de correspondências postais? Melhor ainda: Qual o melhor meio de entrar em contato com cada tipo de cliente¿

Se tiver dificuldade, experimente fazer uma lista de todas as abordagens possíveis. Se quiser avançar ainda mais, elabore um fluxograma. Lembre-se de deixar tudo bem organizado e de fácil entendimento. Os métodos devem servir para facilitar, e não dificultar.

Muitas empresas usam todos esses métodos e muito mais em sua busca para encontrar um potencial cliente face-a-face e criar um relacionamento com ele. Quando essa relação é bem estabelecida, as chances de fidelizar o cliente são muito maiores.

#3 – ANALISE O SEU TERRITÓRIO

Qual é o mercado ou território em que seus esforços em estratégia de vendas irão cobrir? Em sua estratégia de vendas, você deve definir o seu mercado geograficamente para começar.

Pode ser um mercado com atuação apenas em um ou mais bairros, pode ser na cidade inteira, ou até mesmo em todo o território nacional.

O importante é você ter em mente onde seus esforços devem se focar. Note que nem sempre definir uma grande área fará com que seus negócios vendam mais. Às vezes, definir locais mais específicos farão com que sua venda seja muito mais voltada para o cliente, aumentando assim as chances de sucesso.

#4 – CRIE UM SENSO DE URGÊNCIA

Definir um prazo para fechar o negócio, dará ao cliente um incentivo para efetuar uma ação. Quer se trate de um desconto ou algo livre, faça o cliente sentir que as vantagens que você oferece não estarão disponíveis a qualquer tempo.

Isso não significa apressar o cliente nem fazer “terrorismo” para que compre logo, significa simplesmente tentar dar-lhe um pouco de razão extra para tomar a decisão, mostrando que o seu produto ou serviço é a escolha certa para ele naquele momento.

Sempre existirão emoções de ambos os lados em uma venda, e às vezes basta um sentimento de urgência para fechar o negócio.

#5 – SUPERE OBJEÇÕES

Prepare a apresentação de vendas para enfrentar e superar possíveis objeções que podem acontecer em relação ao seu negócio. Se algo te pega de surpresa, você pode precisar de algum tempo para pensar em uma solução e, nesse tempo, acabar perdendo a confiança do cliente.

Para que a estratégia de vendas seja bem formulada, recomendamos sentar junto com sua equipe de vendas e pedir para que cada vendedor levante objeções que poderiam acontecer em relação ao produto ou serviço. Dê o seu discurso de vendas e peça a eles para fazer o mesmo. Juntos, levantem argumentos para cada uma das objeções levantadas e aproveitem o momento para pedir melhorias na apresentação também. Peça a todos para serem criativos e honestos.

Tendo um esboço de problemas previstos e uma análise ponderada dos riscos e objeções, você poderá reduzir a resistência de alguns clientes. É importante lembrar de manter o equilíbrio entre superar objeções e ser insistente demais. Cuidado para não forçar a liberdade do cliente.

*Acesse o nosso artigo sobre técnicas de vendas http://ideias.me/tecnicas-de-vendas/ para se profundar neste assunto.

#6 – CONHEÇA A SUA CONCORRÊNCIA

Faça sua pesquisa e certifique-se de encontrar algo relevante que a concorrência não está fazendo. Muitas vezes, este é o maior ponto de venda que você poderá obter, e isso não deve ser ignorado na hora da negociação.

Qualquer estratégia de boas vendas é construída com a competição em mente. Uma dica legal é saber o que funciona para a concorrência e melhorá-la através da oferta de um produto similar a preços mais baixos ou comercialização de um produto semelhante, porém melhor e muito mais relevante. Independente do que for, você precisa encontrar onde seu produto é mais vantajoso para o cliente, e precisa ser algo de valor.

Determine o que separa o seu produto da concorrência. Para conseguir vender a seus clientes, seus representantes de vendas precisam saber por que os clientes devem comprar de você, qual a principal diferenciação do produto.

Desenvolva uma mensagem de vendas que enfatiza os benefícios de seu produto em relação à concorrência e ofereça um argumento convincente explicando por que seu produto é melhor e deve ser o único que seus clientes devem escolher.

#7 – ANALISE AS TENDÊNCIAS DO MERCADO

Ocasionalmente, os produtos saem de moda e precisam ser atualizados ou substituídos. Em outros casos, a economia vai determinar o quanto o consumidor está disposto a gastar em um determinado produto.

Entender esses tipos de tendências é um grande fator no desenvolvimento de uma estratégia de vendas. A melhor estratégia de vendas é se preparar com antecedência para quando os produtos se tornarem menos populares ou quando os mercados estiverem favoráveis.

Estude sempre essas tendências, use uma estratégia mais agressiva para quando seu produto estiver no topo para assim conseguir o maior retorno possível. Quando o mercado estiver desfavorável, busque maneiras de diferenciar a venda ou oferecer algo a mais que agregue valor para o cliente, e faça-o perceber que ainda vale a pena investir na sua oferta.

O mercado está sempre se renovando, e pode ser que você tenha um período de baixa até a empresa lançar novos produtos. Por isso, sempre tenha algumas cartas na manga pra agir rápido e se manter na frente da concorrência.

#8 – CRIE METAS DE VENDAS

Na estratégia de vendas, as metas devem ser específicas e mensuráveis, e não algo inalcançável.

Metas desafiadoras, difíceis, mas que estão na medida do possível irão motivar a equipe de vendas a alcança-la. No entanto, metas fora da realidade farão com que seus vendedores simplesmente desistam de alcança-la antes mesmo de tentar.

Baseie-se sobre a natureza de seu produto e tente dividi-los em partes gerenciáveis para ter uma noção melhor de como medir e encontrar os melhores limites.

Por exemplo, defina uma meta de vender 50 unidades em 30 dias para os usuários finais e vender 100 unidades para os varejistas locais em seis meses.

Lembre-se também de ligar todas essas metas a um objetivo maior, incentive a equipe a atingi-lo como um todo. Por exemplo: Fazer a maior venda total da história da empresa. Objetivos grandes fazem com que todos vejam uma motivação maior para trabalhar em equipe e ajudar uns aos outros.

#9 – ATIVIDADES DE VENDAS

A próxima etapa da estratégia de vendas, consiste em como você pretende fazer a venda.  Você pode dizer que você vai vender direto ao consumidor através de um website ou através de amostras, por exemplo.

Ou esta parte do plano pode incluir atividades como o desenvolvimento de uma folha de pagamento para enviar para as lojas de varejo independentes.

Apesar de parecida com a dica do contato, existem diferença substanciais nessa estratégia. Aqui, falamos sobre tudo que engloba a abordagem ao seu cliente, com materiais tangíveis e intangíveis. É importante você ter esse material bem preparado e saber exatamente o que fará com ele quando chegar no cliente.

#10 – FAÇA PROSPECÇÃO

Inicie o processo de prospecção do território de vendas para encontrar clientes interessados. Tente alcançar todo o seu público-alvo para determinar quem está interessado em seu produto. Pode ser um envio em massa através de correio normal, um e-mail em massa, ou anúncios em publicações locais.

O importante é contatar o cliente. Como você já tem o público-alvo definido, faça uma prospecção segmentada para fazer com que seu investimento seja ainda mais eficiente.

Nessas prospecções, procure coletar o máximo possível de informações do seu cliente que possam, de alguma forma, serem relacionadas com o seu produto. Dessa forma, você pode classificá-los por mais ou menos interessados e atuar com diferentes formas de abordagem para aumentar a sua taxa de sucesso.

Note que hoje, a abordagem de venda está cada vez mais personalizada. Na estratégia de vendas, conseguir chegar ao ponto de conhecer cada cliente te dá uma vantagem competitiva excelente à frente da concorrência.

DICA BÔNUS:

Um cliente sente se você está sendo sincero durante o processo de venda. Seja pela expressão corporal ou com uma palavra ou outra, de alguma forma ele tem consciência disso. Em outras palavras, é importante transmitir ao cliente que você se preocupa com ele e não apenas com o negócio.

Tudo muito calculado pode afastar as pessoas. No entanto, lembre-se que não há nada de errado em estar preparado. Não há problema em aparecer como se estivesse pronto para cada pergunta que vem à sua maneira, simplesmente não aja como se você não se preocupasse com os interesses do cliente. Lembre-se que uma venda não é algo mecânico, com scripts corretos e previsíveis.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

plano estratégico de vendas é um documento extremamente importante, que merece muito tempo e energia para se desenvolver. Ele deve ser ajustado conforme a sua empresa evolui, novos produtos ou serviços são introduzidos ou com as mudanças do mercado.

Acompanhe as taxas de sucesso das campanhas de prospecção e dos contatos frios realizados. A organização é um fator importante para o sucesso em qualquer setor e nas vendas não é diferente.

Mantenha um histórico, sempre documente tudo, anote o que deu mais resultado e o que não funcionou e adapte suas estratégias ao seu mercado. Isso fará com que as tendências de mercado fiquem ainda mais claras no momento de aprofundar na análise sobre as melhores estratégias a serem utilizadas.

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Um grande abraço e até o próximo post!

PS: Leia também outros artigos sobre venda:

http://ideias.me/como-fazer-doces-para-vender/

http://ideias.me/o-que-vender-na-internet-para-ganhar-dinheiro/

http://ideias.me/brigadeiro-para-vender/

Lanterna Master Light Funciona ?

 

A tecnologia das lanternas evoluiu muito desde 1899, momento em que o inventor britânico David Missel conseguiu uma patente para um “dispositivo elétrico” que utilizada as recém criadas baterias. Foi naquele momento, quando apresentou um sistema portátil de luz, que ele deu início a uma verdadeira revolução na Iluminação.

A partir daí o design das lanternas tem mostrado um progresso impressionante. Pois como escolher o melhor equipamento para atender às suas necessidades?

O básico sobre a lanterna master light

Lanternas são equipamentos de construção – em certa medida – simples. Basta acoplar várias baterias juntas (em série) a um pedaço de metal condutivo, um botão de liga/desliga, uma lâmpada, e pronto, você já possui uma lanterna.

Seu desempenho é igualmente simples. Com a tecla liga/desliga acionada, ele fecha o círculo elétrico e a lâmpada acende. Colocando mais baterias e uma lâmpada mais forte, você obterá uma lanterna que ilumina ainda mais. Depois de ligada, a lanterna pode fornecer luz contínua até a bateria descarregar.

A lanterna produz um foco de luz que ilumina objetos próximos ou distantes dependendo da força e da forma do feixe de luz que ela emite. Para aumentar a capacidade de iluminar, os fabricantes acoplam os chamados refletores (espelhos dispersos em torno da lâmpada), com angulações que variam de acordo com o seu objetivo.

Pronto, essa é a essência de qualquer lanterna: todas usam este formato como base de construção. Com o básico explicado, vamos em frente.

Como avaliar a potência da lanterna

Definir a qualidade de uma lanterna não é tão simples quanto parece. Na realidade há diversos quesitos para definir a funcionalidade e potência de cada modelo. Vamos destacar cada uma delas.

Intensidade da luz – Lúmens:

 

É o quão “brilhosa” é a luz emitida pela lanterna. Para aferir isto de forma padronizada, a medida padrão chama-se “lúmens” (Unidade de fluxo luminoso). Quanto maiores os lúmens de uma lanterna , mais intenso será o seu brilho.

Seguem alguns exemplos:

0.25 – 1 lúmen:  Iluminação lunar (lua cheia) durante uma noite de céu claro;
8-20 lúmens: Permite que você identifique o seu entorno e consiga percorrer o interior de uma casa escura sem grande dificuldade;
25 lúmens: É a quantidade de luz que você necessita para ler um livro em um quarto escuro;
30 – 100 lúmens: Iluminação suficiente para executar tarefas que estão ao alcance das mãos, como amarrar cordas, manejar uma arma, afiar uma faca, cozinhar);
60 – 120 lúmens: Se o feixe de luz for direcionado aos olhos de alguém durante a noite, pode causar desorientação temporária;
200 lúmens: Capaz de desorientar temporariamente o alvo à luz do dia em caso de luz focal;
400 – 800 lúmens: É a intensidade de luz por metro quadrado que você tem dentro de seu quarto ao longo do dia;
32.000 – 100 lúmens: Intensidade da luz que você recebe de maneira não focal ao longo de um dia com o céu limpo, sem nuvens.
ATENÇÃO: Lanternas que encontramos em sites chineses com 2 mil e 3 mil lúmens por preços ínfimos não são reais. Boa parte das lanternas encontradas no mercado, de marcas confiáveis e verificadas pela ANSI (Instituto nacional Americano de Padronização) variam dentro desta faixa:

0.3 – 0.6 lúmens: Bastões químicos de luz, usados para delimitar posições ou iluminar pequenos trechos de interesse;
1 – 20 lúmens: Chaveiros com LED’s ou mini lanternas, usados para atividades simples como buscar um item que caiu dentro do carro;
30 – 100 lúmens: Lanternas de uso comum, encontradas em lojas de ferramentas e que funcionam para iluminar quartos escuros ou buscar velas no momento em que a força cai;
100 – 280 lúmens: Lanternas táticas, com alta intensidade de brilho e com potencial para desorientar quando direcionada aos olhos do alvo;
280 – 1500 lúmens: Lanternas de alta potência utilizadas em acampamento, e em ambientes bastante abertos onde a distância efetiva de luminosidade é fundamental;
1.500 – 3.500 lúmens: Lanternas de fabricação limitada e altíssimo custo focadas em cenários específicos, como para explorar cavernas.

Com a questão da “potência” explicada a tendência é ser seduzido por lanternas de alta luminosidade, porém mais elementos precisam ser levados em conta antes de você realizar sua escolha. Nosso próximo tópico é o feixe de luz.

Tipos de feixe de luz

O feixe de luz define, em metros, o quão longe a luz consegue ir antes que fique mais fraca que 0.6 lúmens (a iluminação da lua cheia em uma noite clara). Vale frisar que não é só a potência em lúmens quem determina esta distância, mas também a angulação e a qualidade dos espelhos posicionados em volta da lâmpada para melhor refletir a luz.

As classificações são:

Refletores lisos: Os estilos mais antigos, que constam nas lanternas desde a concepção delas. São baratos e fáceis de serem feitos, frequentemente encontrados em lanternas de baixa qualidade. A complicação deste tipo de refletor é que eles projetam luz de maneira inconsistente e geram “buracos” no feixe: talvez você já tenha notado o anel de sombra que estas lanternas apresentam no foco.
Refletores facetados: Foi uma evolução na tecnologia: ela eliminou os anéis de sombras que eram vistos na tecnologia acima. Estes são compostos por dezenas de pequenos espelhos que refletem a luz para a mesma direção, no entanto com ângulos levemente distintos, eliminando os pontos de baixa luminosidade. Não são indicados para focalizar toda a potência de luz em um único ponto, pois emitem a luz de maneira mais ampla e uniformizada. Estes são usados na maior parte das lanternas convencionais.
Refletores “casca de laranja”: Esta é a evolução mais recente em termos de refletores. Ao invés de pequenas facetas, o refletor possui a superfície coberta por uma espécie de textura – parecida com a casca de uma laranja. Esta tecnologia é capaz de espalhar a luz de maneira igual e gerar um foco intenso de luz quando a lente é movida. Esta categoria de refletor é bastante encontrada em lanternas mais sofisticadas e de alta qualidade.

Por isso tenha em mente que ao escolher a sua lanterna você não pode priorizar somente a potência dos modelos, uma vez que a qualidade dos refletores impactará de modo direto no resultado final da iluminação. Tendo, por exemplo, uma lanterna de 200 lúmens com refletor liso, você conseguirá uma performance inferior a uma de 60 lúmens com refletores mais modernos como o último que citamos.

Lâmpadas vs. LED’s

 

A maior parte das famílias possui em casa uma lanterna incandescente antiga. Entretanto, nos dias de hoje o diodo emissor de luz (LED) tem se tornado a escolha de preferência para tipos de lâmpadas em lanternas.

As lanternas incandescentes que utilizam baterias alcalinas foram o padrão por muito tempo, enquanto os LED’s eram utilizados somente para sinalizar pequenos elementos. Por isso, em 1999, uma lanterna usando LED’s agrupados foi inventada, criando uma luz clara que superava bastante a das incandescentes. Dada a popularidade das lanternas de LED, as luzes incandescentes têm sido substituídas.

Isto ocorre uma vez que o LED usa menos energia, é mais poderoso e dura mais tempo que o seu predecessor. Uma lâmpada incandescente pode criar de 8 a 10 lúmens por Watt, enquanto a de LED pode criar até 100 lúmens por Watt. Entretanto, as LED’s precisam de maior voltagem para funcionar (3.4 a 3.7 vs. 1.5 volts nas incandescentes).

Por isso a resposta é muito simples: Pretende comprar uma lanterna com eficiência energética, ótima intensidade de brilho e que aguente várias horas de uso? LED é o caminho.

Autonomia e tipos de bateria

 

É essencial entender quanto tempo de luz a lanterna aguenta se estiver com as baterias inteiramente carregadas. O nome técnico para esse “tempo” chama-se autonomia.

A autonomia define quantas horas a luz da lanterna pode ficar acesa antes da bateria cair para 10% da voltagem de uma bateria nova. Muitos fabricantes americanos apresentam um gráfico mostrando o desempenho da luz com o passar do tempo em seus manuais e sites.

Você pode efetuar o cálculo de forma simples: Quanto mais capacidade de armazenamento a bateria tiver, mais tempo ela conseguirá atender a força que a lâmpada necessita.

A outra variável quando o assunto são as baterias é a capacidade de constância da carga, isto é, a estabilidade em manter a emissão da mesma voltagem até o fim de sua carga. Isso talvez pode variar de modo direto de acordo com o material utilizado na sua construção. Os tipos são os seguintes:

Descartáveis:

Lítio
Alcalinas
Recarregáveis

  • Níquel metal Hidreto (NiMH): Aguentam entre 150 e 500 ciclos de recarga;
  • Ion-Lítio (Li-Ion): Capazes de aguentar entre 500 e 1.500 ciclos de recarga;
  • Níquel Cádmio (NiCd): Suportam acima de 1.500 ciclos de recarga;

*Um ciclo de recarga é considerado no momento em que você descarrega completamente a bateria e então carrega a mesma 100% de novo.

Vale advertir que não podemos alternar o uso de baterias alcalinas e de lítio no mesmo aparelho (duas pilhas, uma de cada tipo).

Dínamo

Além das técnicas tradicionais de carga você pode igualmente obter lanternas que dependem de dínamos para funcionar. Estas lanternas normalmente são muito baratas e encontradas em diversos locais, com diversos tamanhos e estilos.

Estes equipamentos contam com capacitores ou pequenas baterias que armazenam uma quantidade limitada de energia, mas que podem ser recarregados com movimentos de alavancas que, ao gerar fricção, criam uma corrente e logo recarregam o aparelho.

Embora garantam certa autonomia de baterias ou de energia elétrica, as lanternas dínamos emitem luz fraca. Se o capacitor/bateria perder sua carga, a lanterna deixa de funcionar.

Em suma, é um equipamento bom em termos de backup e para atividades simples. Não costuma ser a primeira escolha de aventureiros.

A sua escolha a partir destes pontos deve basear-se na facilidade de conservar a sua lanterna funcionando. Muita gente prefere adquirir lanternas que usem a mesma bateria de outras que já possuem em casa, pois assim a estocagem fica mais fácil. Outros preferem apostar em lanternas com baterias de alta capacidade e garantir que estas fiquem sempre carregadas.

A partir destes aspectos você entenderá se os parâmetros da lanterna que você gostou respondem ao que você espera dela. Um aviso importante:

Naturalmente buscamos o produto mais potente disponível no mercado, porém foque na funcionalidade e não na quantidade, pois nem sempre a lanterna de maior luminosidade é a ideal para os eu trabalho.

Pensando neste ponto, vamos para o próximo assunto do nosso guia.

Os Modelos de Lanternas

Temos diversos modelos à venda no mercado. Visite uma loja de ferramentas, faça buscar na internet e acesse lojas online. Você verá que os modelos são quase infinitos.

Você vai se deparar com lanternas que funcionam com pilhas AA ou AAA; e também com todas as outras formatações de baterias que comentamos. Você encontrará lanternas de chaveiro, lanternas domésticas, holofotes, spots, luzes táticas, lanternas de cabeça e inclusive bastões químicos de luz que fornecem 12 horas de luz contínua.

Em certa medida, possuímos algumas categorias padronizadas. Vamos lá:

Uso doméstico da lanterna master light

São as lanternas de formato mais simples, encontradas em mercados e lojas não especializadas.

Elas são mais baratas se comparadas a outros tipos de lanternas e utilizam pilhas convencionais encontradas em qualquer mercado, mas sua capacidade de iluminação e resistência à água é muito limitada. É utilizada no cotidiano da casa para atividades simples, como buscar algo em uma despensa escura.

Uso de aventura

São as chamadas headlamps (lanternas de cabeça), muito utilizadas em trilhas. Elas são mais resistentes a água, mais leves, possuem longa autonomia e são mais leves. Os modos de luz variam de acordo com o modelo.

Uso tático

Adotada principalmente para uso tático e operacional para forças policiais e militares. A intensidade da luz é maior, o corpo é feito em alumínio aeronáutico (mais resistentes a quedas e ainda assim mais leve) e com foco regulável. Desconfie de preços muito baixos – o material utilizado para fazer estas lanternas é mais resistente, logo, mais caro.

 

A Lanterna Master Light funciona ?

A Lanterna Master Light é ideal para todas as situações. Sua tecnologia LED é utilizada pelos EUA Navy Seals, por policiais e equipes de resgate. De padrão militar, ela possui 100 mil horas de vida e possui 6000 W. Seu formato é compacto, ela é mais leve e resistente à água, alcança até 800 metros – e também utiliza bateria recarregável. Pode ser vista a até 3 quilômetros de distância.

Ela é ideal para ser utilizada como medida de segurança durante caminhadas noturnas, em acampamentos e trilhas. É recomendada também em casos emergenciais, como em incêndios (ela aumenta a visibilidade) e problemas técnicos com o carro – como trocar um pneu furado durante a noite.

 

O Kit da Super Lanterna Master Light vem com:

  • 1 carregador de bateria
  • 2 baterias carregáveis
  • 1 prendedor de pressão
  • 1 cordão de suporte
  • 1 carregador para carro

 

Advogado empreendedor

Advogado empreendedor

Os mais de 1.300 cursos de direito no Brasil já reconheceram a necessidade de formação interdisciplinar, ou seja, além da norma jurídica, é preciso estar atento à realidade do cliente, afinal é sob a ótica desse que a profissão de advogado toma sentido. O advogado empreendedor não pode mais se dar ao luxo de desconhecer a rotina de seu público.

No entanto, nós vamos além: estamos aqui sugerindo um debate mais intenso nessa nova proposta: porque não se aprende a gerir, liderar, planejar ou mesmo divulgar o seu negócio jurídico?

O empreendedorismo é uma necessidade latente na sociedade a tal ponto que se discute a iniciativa, inclusive, de compor a grade curricular nas escolas primárias. Tal preocupação da sociedade demonstra claramente quanto a OAB, os professores mais queridinhos e as maiores faculdades de direito estão obsoletas, pois ainda relutam em trazer essa exigência para os futuros profissionais que estão à beira de entrar no mercado e abrir seus próprios escritórios.

Noções básicas de gestão de um negócio deveriam ser obrigatórias em qualquer profissão, mas principalmente em carreiras como a advocacia que nascem com a finalidade de servir à sociedade e com responsabilidade de crescimento e expansão dos serviços prestados. Sem marketing jurídico, técnicas de gestão, negociação e precificação, as faculdades de direito preparam alunos apenas para concursos públicos.

Se antigamente falar de empreendedorismo na advocacia significava focar exclusivamente no profissional ambicioso que desejava montar seu próprio empreendimento, hoje o mercado vê como essencial até para aqueles que seguem um plano de carreira em escritório de terceiros, afinal todos os negócios precisam ressurgir antes de perder os clientes para um concorrente moderno.

Momento certo para o advogado empreendedor

Mesmo não sendo formado adequadamente pelas universidades, o momento é muito propício para profissionais liberais devido ao leque de informações disponíveis na internet. Já existem, inclusive, iniciativas de mercado que propõe construir uma base de consumidores antes de alugar uma sala, comprar móveis e contratar funcionários, ou seja, antes de se empenhar em gastos astronômicos sem garantia de retorno, com a vantagem de não ficar refém de empréstimos milionários que faziam parte da rotina de todo recém formado em direito.

O advogado com pouca grana, ao invés de fica sob a “tutela” de um banco, pressionado por uma dívida que o tira o sono a cada mês de faturamento ruim, pode construir sua marca utilizando de de forma inteligente o Marketing Jurídico, principalmente pela Internet.

É claro que uma ajuda profissional de uma empresa especializada em captação de clientes na advocacia pode ser um diferencial, mas por meio de um blog e de redes sociais, o advogado pode começar sozinho a construir um público que precisa dos seus serviços. Essa é uma estratégia bem comum para empresários sem caixa, com pouca afinidade a riscos e dívidas e que tem dado muito certo. É recomendada, principalmente, para quem pensa em migrar de um “simples empregado de um escritório”, desmotivado, para montar seu próprio escritório.

O profissional deve estar preparado para algum tempo sem retorno e essa paciência é o que separará um profissional de autoridade de um advogado frustrado e estressado nos próximos 5 anos.

Como começar?

Existem vários blogs que ensinam Marketing Jurídico e gestão na advocacia. É preciso apenas ter certeza de onde o advogado quer chegar, o tempo e os valores envolvidos nessa empreitada e decidir:

    • a opção mais barata: reservar um tempo do dia para aprender as várias técnicas disponíveis na grande rede e aplicá-las.
    • a opção com menor risco: contratar uma consultoria de Marketing Jurídico e para diminuir o tempo de aprendizagem.
    • a opção mais cara: contratar a estratégia e execução de alguma agência.

Espero que isso ajude você ou algum conhecido seu que seja advogado, a sair da inércia própria da profissão em acreditar que um negócio jurídico se sustenta apenas com indicação e que não é necessário controle profissional das finanças, gestão e marketing jurídico.
Advogado que usa bem a internet diminui os custos e aumenta sua clientela.

5 Passos Que Vão Mostrar a Sua 1ª Ideia de Negócio

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Olá pessoal!

Meu nome é Marcelo Pimenta, sou Diretor de Negócios da LeadseVendas.com e criador do blog Business Ideas Brasil, um espaço onde você encontra as melhores ideias de negócio pelo mundo.

Veja também: Oportunidade de Franquia Digital permite empresários a terem seu próprio Netflix

Enfim, ao longo de muitos anos nesse mercado, percebo que deixar o emprego para abrir o próprio negócio é o sonho de muita gente.

No entanto, além da necessidade de preparo, encontrar aquela ideia especial nem sempre é a coia mais fácil do mundo.

Porém, essa busca não precisa ser algo místico, como se de repente a ideia viesse do céu diretamente para você.

Talvez pode até acontecer algo assim um dia, mas existem algumas formas mais “controláveis” de encontrar um bom projeto para virar empreendedor.

Sendo assim, separei 5 passos bem simples, só pra te dar uma luz, e que poderão te ajudar nessa empreitada.

Afinal, não basta só ter uma boa ideia, é preciso entender se ela é viável e consegue escalar no curto prazo.

Olha só:

1. Descubra uma necessidade e pense em como resolvê-la

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Esse é o passo mais básico.

Para você conseguir ter uma ideia de negócio, é importante que você procure necessidades ao seu redor que nenhuma empresa ou negócio resolva, ou que resolva mal.

Desse modo, você poderá identificar não só a ideia, como também a demanda e o público que possui essa necessidade.

Observe os seus amigos, escute alguma queixa ou problema relacionado a algum produto que eles tiveram nos últimos dias.

Pesquise em sites de reclamações quais serviços ou produtos possuem mais menções negativas e avalie quais os pontos em comum.

Desse modo, você poderá pensar em uma solução a oferecer para a empresa ou abrir um negócio concorrente.

O importante é estar aberto e pronto para encontrar aquilo que necessita de resolução.

Aqui também é importante você se autoavaliar, de modo a encontrar os pontos onde você também tem dificuldade.

É importante descobrir aquilo que mais te deixou decepcionado ou irritado nos últimos tempos em relação a um produto ou serviço.

Boas ideias e grandes possibilidades podem estar à nossa frente, porém a raiva e o nervosismo as escondem.

2. Avalie as suas habilidades e gostos

Não adianta querer partir para um negócio numa área onde você não tem domínio algum.

Ou você arruma um sócio que tenha experiência e conhecimento nessa área ou se prepara muito antes, o que poderá levar tempo.

Tente ver o que você sabe fazer de melhor e pesquise quais empresas, negócios, serviços etc. combinam ou necessitam desse tipo de habilidade.

Se você é bom em falar para muitas pessoas, talvez possa abrir uma empresa de palestras e conferências (perca o medo rapaz!), dentro daquela área em que você trabalha hoje.

O mesmo vale para quem gosta de ensinar. Nesse caso, dá para abrir uma consultoria e ensinar outros profissionais do seu campo de atuação.

Avaliar seus gostos também é fundamental para descobrir oportunidades de negócios relacionadas a eles.

Muitos youtubers que gostavam de fazer vídeos hoje estão vivendo disso, montando sua própria equipe de filmagem e pós-produção.

Transforme aquilo que você tem de melhor em uma oportunidade.

E se você não gosta daquilo que você sabe fazer bem ou não descobriu uma habilidade interessante, invista seu tempo e conhecimento para adquirir uma.

E, de preferência, que você goste finalmente!

3. Busque oportunidades na sua comunidade

Muitas pessoas preferem produtos artesanais ou diferenciados, que você não encontra nas grandes lojas ou nas empresas multinacionais.

Seja um suco feito com uma fruta típica da sua região, um tipo de artesanato ou até uma comida local, as chances de você converter isso numa ideia são boas.

Temperos caseiros de família podem ser industrializados e comercializados; dá para abrir uma agência de turismo se a sua cidade tiver algum ponto bonito que poderia atrair turistas e por aí vai.

Entendeu o que eu quero dizer, meu caro? Não se trata desses exemplos ao pé da letra.

Você precisa entender o espírito local. Respirar aquilo que você tem de melhor aí e colocar a cabeça pra funcionar.

Grandes ideias de negócio acontecem somente ao observar o comportamento das pessoas ao seu redor.

Um sabor que é diferente, uma forma de executar uma receita que ninguém dá tanto valor aí, mas que em outros locais se sobressai.

Repito: observe bem o que você ou sua região de tem diferente e que pode se transformar em receita recorrente.

4. Pesquise pessoas, empresas e mercados que inovam muito

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Pesquisa é fundamental para se absorver novos conhecimentos e ampliar os horizontes.

A dica aqui é pesquisar pessoas, empresas e mercados de países que inovam muito.

Como pessoas, vale a pena ler sobre biografias de grandes empreendedores, inventores, escritores, líderes, personalidades etc. que realizaram mudanças no mundo.

Especialmente aqueles que trouxeram mudanças dentro do campo em que você deseja abrir o seu negócio.

Leia também sobre empresas que inovam muito em seus produtos ou serviços.

Como exemplo, temos a 3M e o Polishop.

Essas duas lançam produtos inusitados e diferentes com grande frequência, basta entrar no site delas, ir em uma de suas lojas ou ver aqueles programas sobre produtos de alguns canais da tv aberta.

O mesmo vale para mercados de países que são considerados inovadores.

Veja as regiões dos EUA que inovam mais: California, Nova York e Texas; estude sobre essas inovações. Respire um pouco daquele ambiente, mesmo que virtualmente.

Eu mesmo, antes de conhecer a California e fazer um tour por lá, viajava muito dentro do meu escritório, só de ler o que os caras estavam escrevendo e mostrando.

Avalie economias fortes em tecnologia como o Japão e a Alemanha, quais produtos eles lançam, quais são diferentes e por aí vai.

Você já ouviu falar em copycats?

São os negócios e startups que foram copiadas e remodeladas para outros mercados.

Cara, tem CEO e investidor por aí rindo a toa por ter criado um copycat na vida.

5. Leia, estude e adquira conhecimentos

Parece muito básico isso, mas é importantíssimo ler muito sobre o nicho em que você vai atuar.

Afinal, quanto mais conhecimento, mais você poderá juntar pontos diferentes até conseguir alguma ideia interessante.

Você já ouviu aquela máxima de que “informação é ouro”?

Pois então, é ouro mesmo. Quanto mais você souber e tiver informação privilegiada, melhor.

Uma vez fechei um negócio de milhares de dólares por um único tweet.

É claro que levei um ano para desenvolver o negócio, mas tive uma informação privilegiada que me levou a isso. Haja leitura viu!

Frequente congressos, feiras de inovação e veja os lançamentos do setor em que você quer atuar.

Exergue as possibilidades ou pra qual caminho aquele mercado está indo.

Você pode até pegar alguma ideia de franquia que está nascendo em outro país e aplicar aqui.

Hoje em dia, com a expansão da internet, há muito conteúdo online disponível.

Só é preciso pesquisar bem e ter disciplina na hora de estudar. Não procrastine.

Também é necessário ler materiais de outros países, assistir vídeos de profissionais de mercados mais desenvolvidos ou que sejam referência nas áreas onde você quer ter sua ideia de negócio.

Com mais conhecimento, você também poderá ser mais criterioso ao avaliar se a ideia é realmente boa quando ela surgir.

Veja se isso já aconteceu com você: vem uma pessoa e te diz “cara, o que acha se a gente plantasse bananeira nesse terreno baldio, esperasse crescer e vendesse as bananas depois?” – achando que isso é uma tremenda ideia…

Isso é só um exemplo, claro, mas acontece demais comigo.

Lembre-se de deixar a euforia da novidade diminuir para que você consiga analisar bem se há viabilidade para o seu projeto.

Pensa nessa ideia por vários dias.

Busque referências no Google e veja se existem concorrentes.

E se existem, execute melhor.

Conversar com profissionais da área também ajuda, de modo a ouvir suas sugestões, críticas, recomendações etc.

Só fique de olho para saber quando os comentários são válidos mesmo e quando eles não devem ser levados em consideração, talvez pela pessoa não ter entendido a proposta.

Falar com familiares leigos não ajuda muito. Eles não entendem essa linguagem geralmente.

Nesse caso, também é sua função saber explicar bem a proposta.

Não tenha medo de que pessoas copiem sua ideia. Ninguém é ágil o bastante para copia-lo.

No Vale do Silício (California) as pessoas saem contando ideias pra outras o tempo todo.

Isso ajuda a colher feedback e validar pontos iniciais daquilo que será uma grande empresa no futuro. Pode ficar tranquilo, já que brasileiros têm medo dessa “cópia”…

Conclusão

Obter a sua ideia de negócio é só o primeiro passo para o seu futuro.

Aqui nós estamos falando de 5 dicas para você encontrar a sua.

Depois que encontrar, vai perceber que existe muito trabalho pela frente.

Um trabalho que você ainda não faz ideia pra realmente ter um protótipo de negócio pronto.

Sem contar que depois que você começar a executar o seu primeiro protótipo de negócio, pode ter que mudar quase tudo no meio do caminho.

Mas essa é a ideia.

Porque nada nessa vida é tão empolgante quanto construir o seu próprio negócio e fazer do seu suor a sua fonte de renda e quiçá de centenas de pessoas depois.

Um grande abraço e até logo!

Marcelo Pimenta é Diretor de Negócios da LeadseVendas.com e criador do Blog de Negócios Business Ideas Brasil.

Nuvem, Servidor Dedicado, Servidor Compartilhado ou Local ?

Nuvem, Servidor Dedicado, Servidor Compartilhado ou Local ?

Está na moda falar em serviços na Nuvem, mas muitas pessoas tem dúvidas quanto ao funcionamento e segurança destes ambientes. Outras ainda consideram que ter um servidor local, dentro da empresa, é a melhor opção, pois este ambiente passa a impressão de “segurança”, mas isso pode ser também um grande engano.

Na verdade, cada um dos ambientes tem suas características, mas a questão SEGURANÇA é muito relativa e envolve vários fatores, tanto de software como de hardware. A principio o servidor pode estar dentro da sua empresa, mas se as configurações de segurança e atualizações de software não estiverem devidamente atualizadas, o risco de invasão é grande.

No caso de servidores alocados dentro de Data Center, no Brasil ou no exterior, também apresentam características diferentes. Algumas pessoas inclusive, mal informadas, consideram os serviços alocados no Brasil mais seguros do que serviços fora do país. Grande engano.

Aqui vou explicar detalhamente as características de cada um dos serviços e, no final, você terá uma noção que cada um tem suas particularidades e que tudo vai depender da sua necessidade de recursos e investimentos.

NUVEM

A “nuvem” ou “cloud” não é uma tecnologia recente, ela já era utilizada por empresas que precisavam distribuir seus processamentos em diferentes máquinas. A “nuvem” nada mais é que um conjunto de computadores trabalhando juntos como se fossem apenas 1. Com a evolução da tecnologia de comunicação e a redução dos custos de hardware, o serviço foi ampliado e disponibilizado para qualquer usuário.Estes servidores trabalham como um só mas distribuídos em diferentes lugares, por exemplo, em países distantes, mas como se um estivesse ao lado do outro. Isto é utilizado principalmente por aplicações que demandam alta escalabilidade, como é o caso de redes sociais e ferramentas SaaS.

SERVIDOR DEDICADO EM DATA CENTER

Os servidores dedicados são equipamentos disponíveis 24hrs por dia, que oferecem um ou mais serviços, os quais podem ser requisitados a qualquer momento. Estes servidores são considerados dedicados pois estão atendendo normalmente a uma empresa, que tem autonomia para gerenciá-lo e dividir seu uso da forma mais adequada.

No Brasil e no exterior existem dezenas de Data Centers que oferecem o serviço de alocar servidores dedicados. Estas empresas possuem estruturas próprias para alocar dezenas de milhares de servidores, com links de alta velocidade, estruturas de segurança, backup e estabilidade de energia, sendo possível manter seu funcionamento durante dias, mesmo sem o fornecimento de energia elétrica externa.

Na questão SEGURANÇA, o servidor pode estar em um Data Center no Brasil ou nos Estados Unidos, se este não estiver configurado corretamente, o risco de invasão é o mesmo. O problema é que os custos no Brasil ainda são muito superiores comparados ao do exterior. Aqui o tempo de latência pode até ser menor, mas os serviços no exterior são superiores, basta avaliar o tempo de resposta em caso de reparos de equipamentos ou intervensões técnicas nos equipamentos.

SERVIDOR COMPARTILHADO

Na verdade o servidor compartilhado possui as mesmas características citadas acima, entretanto um único servidor normalmente atende a mais de uma empresa. Quando você contrata uma hospedagem em um servidor, normalmente seu site estará hospedado junto com outra centenas de sites, no mesmo equipamento.

A principal desvantagem deste modelo é que o processamento da máquina é compartilhado, portanto, como você não sabe com quem você está dividindo o equipamento, existe o risco de instabilidade. Este modelo é muito usado para hospedagem de sites, pois estes consomem um processamento muito menor se comparados a sistemas corporativos.

SERVIDOR LOCAL

Este tipo de servidor também é um equipamento dedicado exclusivamente para um ou mais serviços de uma empresa, a diferença é que ele está alocado fisicamente dentro da própria empresa. Neste caso, alguns fatores de segurança devem ser levados em consideração. Acesso de pessoas ao espaço do servidor, temperatura da sala, armazenamento de backups, fornecimento de energia contínua, links de internet redundantes, entre outros fatores, são preocupações que devem ser levados em consideração. Estas preocupações também acabam elevando o custo de manter este servidor em funcionamento, por isso é fundamental avaliar todas as variáveis envolvidas neste tipo de ambiente.

Conclusão
Você sabia que grande parte das invasões em sistemas são realizadas por pessoas da própria empresa ? Pois bem, com esta afirmação eu finalizo meu texto, pois de nada adianta termos os sistemas mais avançados do mundo, se nosso usuário continua cadastrando a senha do sistema igual a senha do Facebook, ou anotando a senha numa agenda.

Uma dica de leitura interessante é o livro “A ARTE DE ENGANAR” (link), depois desta leitura você verá que a tecnologia é o menor de nossos problemas.

Autor: Prof. Gustavo Gonzalez.

Fonte: http://www.gustavo.pro.br/nuvem-servidor-dedicado-servidor-compartilhado-ou-local/

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