3 sinais de que você está desenvolvendo um produto que as pessoas não vão entender (e que também não vão comprar)

É mais comum do que parece ser. Você cria uma logo bonita, dá um bom nome, cria um conceito de marca inovador e tira o seu grande projeto do papel! O próximo passo? Vender, lucrar, faturar e aumentar a empresa à partir dele! Logo, com o produto em mãos você vai bater na porta dos seus potenciais compradores, as pessoas que você desenhou na parede, colou posts its, deu nomes e bradou em alto bom som: “este é o meu público alvo, eles vão amar meu produto, vou vender muito!”.

O cenário ideal

Você começa divulgando para seus familiares e amigos que parecem se encaixar neste “público-alvo”. Eles retorcem a cara quando você apresenta, parabenizem pela iniciativa mas não tiram um tostão do bolso pelo produto. Você, ainda animado pela sua grande “obra de arte”, insiste e liga para outros conhecidos. Até que depois de tanto insistir e de ligar para aqueles tipos de parentes que você só vê no Natal, finalmente alguém compra!

Agora sim, depois dessa compra sua motivação salta do nível 100 ao nível 99999 e você se julga capaz de começar a vender para os desconhecidos. Logo você prepara o seu time de vendas, monta um plano incrível e , semanas depois de que a equipe está executando milimetricamente o plano. Você olha a planilha com os resultados das vendas e toma um susto. O plano está bem longe de atingir a meta de vendas planejada.

Preocupado, você reune toda a equipe na sala de reunião e começa bravo o seu discurso sobre como eles não estão se empenhando, como devem agir como águias, leões e qualquer outro tipo de animal que não mede esforços para conquistar sua presa. É neste momento que, um dos vendedores, (leia-se um corajoso) interrompe sua fala com uma uma frase dura: “as pessoas simplesmente não entendem o nosso produto”.

A verdade que você pode ouvir antes ou depois de quebrar

Montar um time de vendas, investir em propaganda e nas fórmulas mais inovadores de marketing não é suficiente quando o seu negócio não tem uma proposta clara de valor, que atenda de fato as necessidades de um mercado. Não ter esta proposta clara vai afastar os seus potenciais compradores e leva o seu negócio cada vez mais perto da falência completa.

Se o próprio publico que você achou que iria comprar , não entende afinal o que o seu produto faz, quem é que vai comprar então?

Os 3 sinais de que você está desenvolvendo um produto que as pessoas não vão entender (e que também não vão comprar)

Vamos analisar agora alguns sinais rápidos que definem que o seu produto pode até atrair a atenção de algumas pessoas, mas que essa atenção não é suficiente para criar um negócio sustentavam através da comercialização do mesmo .

#1 – Suas taxas de conversão são muito baixas

Tanto no mundo de produto digitais quanto no mundo dos produtos físicos, é possível mensurar sua taxa de conversão a partir de uma matemática simples: A quantidade de pessoas que é exposta ao seu produto Dividida pela quantidade de pessoas que de fato compram o seu produto.

Seguindo esta lógica você consegue criar projeções mais reais sobre o quanto você precisa investir e o quanto você precisa vender para atingir um ponto de equilíbrio e posteriormente gerar lucro. Se muitas pessoas visitam a sua loja, olham o seu produto e não compram, este é um sinal de que duas coisas podem estar erradas:

  1. O seu produto não vai ao encontro, de maneira clara, com uma dor ou desejo deste público
  2. O público que visita a sua loja não é o seu público comprador alvo.

 

#2 – Você não consegue explicar o seu produto/serviço em uma frase

Acredite, todo o produto que faz sucesso e gera lucro real para uma empresa é extremamente simples de ser explicado. Tão simples que pode ser resumido em uma frase, ou no máximo duas. Se você passar disso tenha certeza que o seu produto não será compreendido e da maneira correta.

Vivemos em um mundo onde tudo e todos estão brigando pela atenção das pessoas. Se o seu produto não for simples de ser explicado, você terá que competir com a atenção de mil outras coisas que passam na frente do seu público para que ele lembre de você. É neste ponto de que temos a ilusão de que nosso produto é “genial” e “especial”. As pessoas são assediadas por vendedores todos os dias, o tempo todo, é importante ter uma mensagem clara de qual benefício você oferece para marcar de vez a mente do consumidor a mensagem sobre o que você é qual problema dele você pode resolver.

#3 – Você não resolve uma dor suficientemente grande para chamar a atenção deles

Para quem vem das áreas de administração de negócios esse é um elemento fundamental mas para quem empreende vindo de outras áreas pode não parecer tão simples assim. Uma dor grande, que chame a atenção significa diretamente um mercado grande, que possui diversos tipos de atores, onde o dinheiro já circula na mão de pessoas que tem um problema para a mão de pessoas que tem uma solução. 

Não vamos pensar neste momento na concorrência, mas sim na viabilidade de existirem pessoas lá fora com dinheiro na carteira, prontas para comprar o seu produto. Quanto menor é a pesquisa der mercado, mais chances você tem de desenvolver um produto/serviço em um mercado pouco, ou nada desenvolvido, onde as pessoas ainda não estão preparadas para comprar de você. Se elas ainda não estão preparadas você tem duas opções: mudar seu produto para que ele definitivamente resolva uma dor maior dentro de um mercado ou aguardar para que esta dor fique tão grande no futuro ao ponto de que o seu produto venha a resolve-la.

O último cenário pode parecer vantajoso “vou esperar e sair na frente daqui 1 ano ou 2, ser o número 1 e conquistar todo o mercado”, mas, como de costume, seus custos fixos podem sufocar você antes mesmo deste 1 ano chegar.

Se você não resolve uma dor grande, independente da atenção que você tiver, as pessoas não irão comprar de você. E muitos negócios falham nesta etapa, pois criam produtos ou serviços bonitos e úteis para seus fundadores mas que não resolve um problema real no dia a dia das pessoas.

“Acertar a mão” é mais simples do que parece pois quando você acerta na resolução da dor, os clientes imploram para comprar de você. E não só comprar como voltam a comprar e divulgam sua marca para os amigos que possuem problemas em comum, que podem ser resolvidos com o seu produto .

Era da informação digital: o que é e quais grandes transformações vão ocorrer?

O assim com diversas invenções do mundo mudaram a maneira como seres humanos se relacionam com trabalho com a família e com a própria rotina do dia dia, os fluxos informasse o nariz do século XX marcou uma mudança de era que chamamos de era digital.

O muitos pensadores define era digital não com uma mudança de era mas, com uma grande era de mudanças. Onde acompanhamos em tempo real tudo mudando o tempo todo, quem aí lembra da nokia há 10 anos atrais com um celular com a venda de celulares que hoje chamamos de tijolorolas? As informações mudar um pouco rápido e a maneira de consumir mudou também. A nokia se perdeu dentro desse processo enquanto observou a Apple entrar no mercado celulares e dominar ele por inteiro. Quem apostaria que 10 anos mais tarde a nokia nem existiria mais?

Nesse artigo vamos contar sobre alguns impactos de que era digital trouxe para as empresas para os consumidores e para toda a vida moderna. Também vamos falar sobre como se preparar para essa grande era de mudanças e como você pode aplicar essas mudanças todos os dias na sua rotina.

A terceira revolução industrial

Em período pós guerra mundial, a terceira revolução industrial ou revolução tecno científica, permitiu que várias setores da indústria aplicação tecnologia de ponta para melhoria de processos. Fruto da corrida espacial entre os Estados Unidos e a Rússia no meio da guerra fria, houve investimento muito grande na produção de computadores, software, microeletrônica, chips transitórios e robótica que logo passar onde técnico tecnologias espaciais, pra ser aplicadas dentro das indústrias nasce dentro das telecomunicações e da informática de maneira geral.

A terceira é você industrial trouxe o auge da comunicação de massa, através da televisão no rádio dos jornais impressos para mundo todo e alguns anos depois a telefonia fixa, telefonia móvel enfim a internet.

Dentro desta era, a informação começou ser massificado, amplificada para que atingisse todos os tipos de pessoas, em todo mundo. Muitas empresas cresceram com esse tipo de massificação uma coca-cola, e o McDonald’s. E esse é um dos pontos que diferente que mais diferencia a terceira da quarta revolução industrial, que chega vão sair no próximo parágrafo.

Os desafios da quarta revolução industrial

Marcada pela big data, Analytics e o desenvolvimento de algoritmos de inteligência artificial, passamos de um período de massificação para o período dos nicho, onde a comunicação das empresas deve atender cada vez mais públicos específicos. Públicos estes que se comunicam em tempo real através de comunidades virtuais, líquidas, rápidas, que se criam e se destroem na velocidade da luz.

Outra vertente da quarta revolução industrial, está na união entre o físico digital e biológico, onde a tecnologia não tem mais barreiras de inserção no nosso dia-a-dia, viabilizando novas descobertas encurtando distâncias e promover a conexão entre as pessoas, independente de onde o quando elas estejam.

Desafios da era digital nas empresas

Atualmente vivemos no meio dessa grande revolução. Alguns acompanho de perto, mas muitos, principalmente no Brasil por falta de acesso à informação, só consegue enxergar uma pequena luz do quanto esta transformação já têm mudado todas nossas relações.

Eu lembro muito bem, na época em que eu comecei a trabalhar como é que digital, os meados de 2011, que fosse falar sobre ter um perfil no Facebook ou não então falido Orkut, era algo muito distante e complexo para quem tinha um negócio na época.

As comunidades do Orkut posteriormente os grupos de discussão no Facebook, já dava sinais de que a relação das pessoas com as empresas havia mudado de uma vez por todas. A relação que antes era de cima para baixo , passou a ser evidentemente e prioritariamente horizontal. Na época de comunicação de massa as grandes marcas ditavam aquilo que era certo aquilo que era correto e aquilo que era tendência, sem haver nenhum tipo de interação com o consumidor final. A era da internet e as mídias digitais trouxera uma voz pro consumidor, pela primeira vez na história ele poderia conversar e responder a marca em tempo real. E além disso, poderia se organizar em grupos parar de tratar esta marca ou também para engajar novos fãs e aumentar valor dessa marca on-line.

Um dos grandes desafios começava aqui, comarca da época estava preparada para conversar com seus consumidores, de igual pra igual? E qual tipo de profissional seria o melhor, o ideal para responder assinar este tipo de interação dentro de um departamento da empresa?

Em poucos anos, a mídia e as e o departamento de comunicação tiveram que se mexer. E não pro parou por aí, departamentos de produto mudaram, departamento de pesquisa do consumidor mudar, e até mesmo os funcionários das próprias empresas passaram a ter relações mais horizontais com os próprios chefes. O conceito de gestão e liderança mudou. A equipe de uma empresa, pela primeira vez na história, ganho um grande poder dentre uma organização, o poder de mudar, decidir acrescentar, retirar, somar e subtrair.

O emprego na era digital

Para um colaborador, o trabalho está cada vez mais se tornando uma experiência que pode ser curta ou longa, dependendo apenas da decisão do colaborador. O novo colaborador, colaborador da era digital também tem necessidades novas, tem um seios novos, temos projetos, é isso que chamamos de ir aí que entram os conceitos de geração Y, Geração Z e milenials.

A era da informação trouxe transparência em relação àquilo que as empresas são e aquilo que é o que o seus colaboradores têm acesso, e a por isso que atrair e reter talentos mas jovens nunca foi tão desafiador. A geração Z, ou chamam também de nativos digitais, já nasceu com essa chave virada. E agora ela exige mais, procurar mas, se engaja mas naquilo que quer e quando quer e exige dos profissionais de recursos humanos novos tipos de desafios. A geração Z, ou chamamos também de nativos digitais, já nasceu com essa chave virada. E agora ela existe mais, procurar mais, se engajar mais naquilo que quer e quando quer e exige dos profissionais de recursos humanos novos tipos de desafios.

A era digital traz novas mudanças de paradigmas para todas as relações humanas, cabe aos gestores e os litro de uma empresa abrir os olhos para essa grande transformação. Essa transformação que, pode levar uma empresa ao sucesso pra exponencial e também ao completo fracasso.

Livros sobre a era digital

Se você quiser saber mais sobre a era digital em pato dela nas organizações humanas, eu sugiro a leitura de dois livros incríveis, que mudar muito a minha percepção deste mundo e como as pessoas devem agir dentro dele.

O primeiro deles é o livro empresas exponenciais. Escritos pelos fundadores da Singularity University, Este livro conceitualiza o que de fato é uma empresa na era digital e também traz um cheque liste de como transformar a sua empresa para que ela possa usar de todos os benefícios da era digital para crescer de maneira exponencial.

O segundo livro que eu indico para leitur é o Comece por você, escrito pelo fundador do LinkedIn , Reid Hoffman. O autor deste livro defende que precisamos em chegar nossas carreiras como se fôssemos empresas, cuidando da nossa marca pessoal, montando um planejamento e Cuidando de nossas habilidades como se fossem departamentos independente de uma empresa.

Estratégia de crescimento empresarial: 4 Ideias práticas para aplicar em 2019

Afinal, o que é significa de fato o crescimento de uma empresa e como fazer uma empresa crescer com qualidade? Neste artigo vamos direto ao assunto e vou te mostrar ideias para crescer uma empresa e exemplos práticos que você pode aplicar. Vamos lá?

Estratégia de crescimento empresarial 

Antes de pensar como crescer é preciso entender dois fatores simples:

  1. Em que estado a sua empresa está hoje?
  2. Para onde ela deve crescer ?

Costumo dizer nas minhas consultorias que se você tem um produto ou serviço que não tem “fit com o mercado”, investir sua energia em crescimento é a pior opção que você pode tomar.  Mas Daniel, o que é “Fit com o mercado” ?  Este fit basicamente significa o “encaixe”, ou seja, se os seus produtos e/ou serviços se encaixam com a necessidade e as dores de um mercado específico.

Pense comigo, se você tem um produto que não consegue vender, que precisa empurrar para as pessoas e os únicos que compram são seus familiares e amigos, sinto lhe dizer mas você não tem fit nenhum com o mercado e, provavelmente, não tem um negócio.

Se você tem um produto/serviço ruim e investe sua energia em crescimento com canais de marketing por exemplo, existe uma grande chance de levar milhares de pessoas para visualizarem sem produto mas não realizar uma sequer venda. Traduzindo: todo o dinheiro investido será desperdiçado, queimando todo o seu caixa e provavelmente as suas esperanças de crescimento da empresa.

Se você está em um momento onde o seu produto e/ou serviço ainda não vou valido, eu sugiro você clicar aqui, ler este artigo sobre validação de negócios e esquecer completamente a ideia de fazer sua empresa crescer.

Se você já passou desta etapa, ótimo! Podemos continuar neste artigo para trabalhar juntos um exercício criado pelo teórico da administração Igor Ansoff. Segundo Ansoff, existem 4 tipos de estratégias de crescimento das empresas, que são:

#1- Estratégia de penetração de mercado.

Significa vender mais dos produtos que já tem no mercado em que atua, ou seja, aumentar sua participação dentro do mercado expandindo ou otimizado o processo de vendas atual.

#2 – Estratégia de desenvolvimento de produtos.

À partir da marca e dos processos de vendas já estabelecidos, nesta estratégia de crescimento a empresa pode focar na criação de novos produtos para atender novas necessidades do mercado que já está inserida.

#3-  Estratégia de desenvolvimento do mercado

Esta estratégia está relacionada à expansão para um outro mercado, no quesito territorial e/ou demográfico Uma empresa de Sucrilhos para crianças por exemplo pode, com o mesmo produto, começar a vender para o mercado adulto.

#4 – Estratégia de diversificação

E por último,  a empresa pode aproveitar da expertise e da marca estabelecida para explorar novos mercados. Um ótimo exemplo é a P&G, que possui centenas de marcas diferentes dentro do seu portifólio, indo de fraudas para crianças até aparelhos de barbear. Outro grande exemplo que segue este tipo de estratégia de crescimento é a gigante do e-commerce americano, Amazon.com. Além da loja virtual, ela também tem produtos no mercado de servidores, como a Amazon WS, e-readers. como o Kindle e a até uma rede de mercados físicos adquirida em 2017, a Whole Foods.

Matriz de Ansoff para estrategias de crescimento empresarial

Matriz de Ansoff para estrategias de crescimento empresarial

10 passos para fazer uma empresa crescer

Para resumir o que eu trouxe até aqui, resolvi condensar as ideias para crescer uma empresa em 5 passos práticos que você pode aplicar na sua empresa à qualquer momento. Vamos lá:

  1. Defina em que momento a sua empresa está
  2. Tenha certeza que o seu produto e/ou serviço está validado dentro do mercado e oferece uma solução que de fato resolve uma grande dor no mercado em que está inserido.
  3. Faça benchmarking e entenda quais são seus pontos de distribuição, canais de vendas e taxa de crescimento
  4. Defina muito bem os seus custos operacionais e a capacidade produtiva da sua empresa para entregar seus produtos/serviço
  5. Com base no crescimento do mercado, na capacidade produtiva da equipe e na sua média mensal de faturamento, defina uma meta de vendas para os próximos 12 meses.
  6. Divida a meta de vendas de maneira progressiva para que seja avaliada à cada 3 meses (trimestre)
  7. Desdobre as metas trimestrais em metas mensais, semanais e diárias.
  8. Defina junto com o time qual caminho seguir para atingir estas metas junto à Matriz de Ansoff
  9. À partir da estratégia definida junto a matriz de Ansoff, dê prazos para que as atividades relacionadas à tomada de decisão da matriz sejam executadas, tudo conforme as metas diárias, semanais, mensais e trimestrais.
  10. Reuna toda a equipe no fim do mês para avaliar os resultados realizados e verificar se a execução do plano de crescimento está saindo como planejado

 

O que é Home Office e Como Ser Mais produtivo com o Trabalho Remoto

Afinal, o que é home office? Quais são as vantagens e desvantagens do home office?

A era da informação não transformam apenas as nossas relações de consumo, mas mudou radicalmente também a nossa relação de produção. Hoje, a partir de acesso à internet, conseguimos a partir de qualquer lugar do mundo trabalhar em atividades chave para documento de qualquer negócio.

Com as ferramentas certas, mesmo os trabalhos mas tradicionais podem ser, se não executadas, gerenciados através dos dispositivos que cabem na palma da nossa mão. E aí que surge o conceito de home office.

Home office, ou também chamado trabalho remoto, nada mais é do que  executar as mesmas funções que você fez o que eu estaria dentro de um escritório, mas dentro da sua casa ou de qualquer lugar com internet que seja distante do seu escritório.

A visão dos colaboradores

A princípio, para colaboradores pode parecer uma tarefa muito simples e livre, estar longe do cuidado excessivo dos gestores e poder tomar decisões sozinhos em relação ao uso do próprio tempo. Mas o trabalho remoto exige disciplina e foco para que a produção e as entregas sejam constantes.

A visão dos gestores

Para os gestores o desafio também é grande, por mais que eu trabalhadores estejam dentro da empresa, eles ainda precisam ser gerenciados de maneira remota para que sempre estejam motivados para entregar o melhor resultado possível.

Quais são as vantagens do Home Office?

  • Para quem tem filhos pequenos em casa, uma selem te opção para acompanhando o crescimento das crianças e dar suporte sempre que necessário para os outros integrantes da família.
  • Pessoas com dificuldade locomoção para empresa, pode usar o Romeu Office para economizar tempo de translado e ganhar mais qualidade de vida e produtividade.
  • Foco ampliado é uma grande vantagem quando você foge das interrupções constantes que um escritório normal exige.
  • Mostrar vantagens também se encontra na economia de aluguel e outros materiais de escritório, que são passivos dentro da das dos cursos da empresa e no longo prazo vão se desvalorizando.
  • Ótimo vantagem que eu vejo nesse tipo de trabalho está no atendimento e na produtividade da equipe durante 24h00 por dia. Dependendo da adaptação dos cobradores, você pode contratar uma equipe para ficar no turno da manhã, outro outro ângulo da tarde, e outro no turno da noite e assim garantir uma prestação de serviço e de atendimento em tempo real para suas clientes.

Quais são as desvantagens do Home Office?

Apesar de de parecer as 1000 maravilhas, Romeu Office também traz inúmeros desafios principalmente por que é o modelo muito novo de trabalho e de produção. Veja abaixo alguns exemplos de desvantagens:

  • Como os colaboradores estão longe, para que os gestores possam passar novos processos e novas atividades, precisa haver um alinhamento preciso entre ambos para que todas as atividades sejam passadas da maneira correta para evitar o retrabalho. Diferente de um escritório, onde um colaborador pode chamar seu gestor à qualquer momento para tirar uma dúvida, o trabalho remoto já não conta com esta aproximação em tempo real.
  • Ainda pensando na relação do colaborador com seus gestores, existe também a dificuldade de interação de aproximação da equipe com a cultura da empresa.
  • Falta de controle dos fluxos de segurança da informação, que podem ser vazados e espalhados pois tudo se concentra nos computadores que ficam na casa dos colaboradores.
  • Mesmo equipes presenciais, alguns tipos de colaboradores  se sentem isolados, com os não fizessem parte da empresa. Dentro do trabalho remoto isso pode se agravar ainda mais se o álbum labrador tenho perfil de se isolar e puxar a responsabilidade para si para resolver todos os problemas da empresa ou de um departamento específico.

Empresas brasileiras que trabalham com o Home Office

Apesar de ser uma nova ação, ja existem empresas brasileiras que contratam inúmeras colaboradores remotos todos os anos o que estimulam que seus trabalhadores façam alguns dias dias úteis do trabalho a partir de casa.

Gol linhas aéreas

A companhia aérea Gol já apresenta uma sessão do site com vagas exclusivas para concorrer a cargos em Home Office.

Você também pode procurar no próprio Google alguns tipos de vagas home office que a empresa oferece:

vagas home office da gol linhas aereas

PWC (PricewaterhouseCoopers)

A PwC oferece para seus colaboradores um programa de flexibilidade chamado Flexmenu, em que os profissionais podem escolher o melhor período para cumprir a sua jornada diária, reorganizar sua semana com um esquema de compensação de horas e até trabalhar remotamente até duas vezes por semana! Veja o que os funcionários contam:

“É uma empresa de grande nome no mercado, com muitos funcionários que estão dispostos a fazer o necessário pelo sucesso do projeto. Existem diversos estímulos que apoiam os funcionários a fazerem contatos internos, o que ajuda no networking.”

“Treinamentos, exposição com empresas de diversos setores, alto grau de capacidade técnica do quadro de profissionais e ambiente com constante evolução de carreira pautado na meritocracia.”.

Existem outras inúmeras empresas que contratam funcionários home office e isso vai crescer cada vez mais no mundo. Atualmente home office não serve apenas para colaboradores mas já existem modelos de franquias que operam totalmente de maneira remota, ou seja, as franquias home based, ou franquias home office.

Está mesmo nos setores públicos do Brasil isso ja é realidade, como mostra a matéria do dia 5 de outubro de 2018 do G1: “Governo do DF libera ‘home office’; servidor terá de render 20% a mais que colegas“.

E você? Quer começar a implantar o home office na sua empresa e não sabe por onde começar? Deixe suas principais dúvidas na sessão de comentários que terei o prazer em te responder!

Abraços

O que é Liquidez? Entenda o conceito e os tipos de liquidez

O conceito de liquidez mais simples do que parece, então vamos lá! Sabe quando você vai ao shopping e as lojas estão liquidação? Isso significa que elas estão liquidando o estoque para gerar mais caixa, ou seja, elas possuem um bem, que, quando liquidado, se transforma em dinheiro rapidamente!

Para resumir, liquidez é a capacidade que os nossos bens (ou também chamados de ativos) tem de se transformar em dinheiro rapidamente, seja por venda ou por troca.

E por que eu preciso entender o que é liquidez?

Ao fazer seu planejar seus investimentos pessoais ou até mesmo investimentos dentro de uma empresa, é importante entender a taxa de rentabilidade deste investimento pois, dependendo da liquidez, você pode reaver o valor investido rapidamente ou somente após longos meses de espera.

Para minimizar o risco de precisar de dinheiro vivo e todos os seus investimentos estarem em uma aplicação com liquidez baixa, onde os saques vão demorar para acontecer, é necessário desde o início entender o conceito de liquidez e aplica-lo diariamente em seus investimentos.

Como calcular a liquidez de um investimento?

A liquidez sempre tem dois caminhos: o primeiro é a possibilidade de saque rápido, a qualquer momento, sem riscos de perder uma grande fatia do investimento. Um grande exemplo de liquidez alta é o dinheiro aplicado na poupança, que pode ser sacada diariamente, sem por riscos ao seu capital pois a operação do saque não tem custo algum.

O segundo caminho é ter um saque demorado, ou um saque a curto prazo que tem grandes chances de ferir o valor original investido. Um exemplo clássico desta situação está no mercado de imóveis. Investir em um apartamento com um montante de R$200 mil não significa que logo após você ter as chaves do imóvel você poderá vende-lo facilmente pelos mesmos R$200 mil, e é aí onde muitos investidores inexperientes tomam péssimas decisões.

Se por exemplo, você adquiriu um imóvel por R$200mil no ano 1 e no ano 2 precisar deste dinheiro para pagar divididas e vender o mesmo por R$210mil, dependendo da inflação, que gira em torno de 10% ao ano no Brasil, aqueles R$200mill deveriam crescer junto à inflação e o mínimo que você poderia cobrar pelo imóvel, para, obter de volta o mesmo investimento, seria o valor de R$220 mil.

Neste cenário, se você investiu R$200 mil e vendeu por R$210 mil pois estava em apuros, se tivesse deixado o dinheiro na poupança, rendendo 0,5% ao mês, teria no final de 2 anos o montante de R$XXXXXX. Ou seja, por ter baixa liquidez, o imóvel é um investimento que faz mais sentido para o lucro no longo prazo, onde se você não precisar vender o imóvel em um período entre 10 à 15 anos, poderá duplicar e as vezes até triplicar o retorno do valor investido.

Liquidez, rentabilidade ou segurança?

Quando pensamos em liquidez, outro conceito importante é tomar decisões unindo também o conceito da rentabilidade. Para fins de separação, vamos definir novamente os dois conceitos:

Liquidez: capacidade do ativo investido de se transformar em dinheiro,

Rentabilidade: percentual de remuneração do ativo investido.

Segurança: capacidade do ativo manter sua rentabilidade por anos seguidos de maneira estável e previsível.

Os investidores de sucesso são aqueles que conseguem lidar com estes 3 conceitos muito bem e sabem analisar a opção certa para  investir com cada um dos conceitos e até mesmo encontrando oportunidades que são, ao mesmo tempo, seguras, rentáveis e tem alta liquidez.

Para investir o caixa da sua empresa para que ela cresça, o pensamento não é nada diferente disso. Se você consegue reinvestir na sua equipe, em um processo ou em uma tecnologia que possa se transformar em dinheiro de maneira rápida e segura, o seu negócio cresce de maneira saudável. Mas se você investe o seu lucro em ativos que não geram mais dinheiro ou que colocam sua operação em risco, a chance do seu negócio começar a ficar sem caixa e fracassar é muito alta.São exemplos de investimentos certos e com alta liquidez dentro da sua empresa:

  • Investimento em melhoria de processos de vendas
  • Investimento em tecnologia para corte de custos operacionais
  • Investimento em expansão de equipe de vendas

São exemplos de investimentos ruins e com baixa liquidez dentro da sua empresa:

  • Investimentos em móveis (mesas, cadeiras, computadores e etc)
  • Investimento em pessoas que não geram mais caixa para sua empresa ou que não trabalha para otimizar seus ganhos e custos operacionais. Por exemplo, se você tem uma empresa pequena e investe em uma faxineira fixa, ou motorista ou um cozinheiro para fazer as refeições do time.

Espero que tenham gostado deste artigo sobre os conceitos de liquidez. Este é um conceito importante não apenas para investir dentro do âmbito das finanças pessoas mas também no âmbito das finanças empresariais. Tomar decisões com base na liquidez eleva seu potencial de ter um negócio com finanças saudáveis e com o crescimento constante dos lucros