Os mais de 1.300 cursos de direito no Brasil já reconheceram a necessidade de formação interdisciplinar, ou seja, além da norma jurídica, é preciso estar atento à realidade do cliente, afinal é sob a ótica desse que a profissão de advogado toma sentido. O advogado empreendedor não pode mais se dar ao luxo de desconhecer a rotina de seu público.

No entanto, nós vamos além: estamos aqui sugerindo um debate mais intenso nessa nova proposta: porque não se aprende a gerir, liderar, planejar ou mesmo divulgar o seu negócio jurídico?

O empreendedorismo é uma necessidade latente na sociedade a tal ponto que se discute a iniciativa, inclusive, de compor a grade curricular nas escolas primárias. Tal preocupação da sociedade demonstra claramente quanto a OAB, os professores mais queridinhos e as maiores faculdades de direito estão obsoletas, pois ainda relutam em trazer essa exigência para os futuros profissionais que estão à beira de entrar no mercado e abrir seus próprios escritórios.

Noções básicas de gestão de um negócio deveriam ser obrigatórias em qualquer profissão, mas principalmente em carreiras como a advocacia que nascem com a finalidade de servir à sociedade e com responsabilidade de crescimento e expansão dos serviços prestados. Sem marketing jurídico, técnicas de gestão, negociação e precificação, as faculdades de direito preparam alunos apenas para concursos públicos.

Se antigamente falar de empreendedorismo na advocacia significava focar exclusivamente no profissional ambicioso que desejava montar seu próprio empreendimento, hoje o mercado vê como essencial até para aqueles que seguem um plano de carreira em escritório de terceiros, afinal todos os negócios precisam ressurgir antes de perder os clientes para um concorrente moderno.

Momento certo para o advogado empreendedor

Mesmo não sendo formado adequadamente pelas universidades, o momento é muito propício para profissionais liberais devido ao leque de informações disponíveis na internet. Já existem, inclusive, iniciativas de mercado que propõe construir uma base de consumidores antes de alugar uma sala, comprar móveis e contratar funcionários, ou seja, antes de se empenhar em gastos astronômicos sem garantia de retorno, com a vantagem de não ficar refém de empréstimos milionários que faziam parte da rotina de todo recém formado em direito.

O advogado com pouca grana, ao invés de fica sob a “tutela” de um banco, pressionado por uma dívida que o tira o sono a cada mês de faturamento ruim, pode construir sua marca utilizando de de forma inteligente o Marketing Jurídico, principalmente pela Internet.

É claro que uma ajuda profissional de uma empresa especializada em captação de clientes na advocacia pode ser um diferencial, mas por meio de um blog e de redes sociais, o advogado pode começar sozinho a construir um público que precisa dos seus serviços. Essa é uma estratégia bem comum para empresários sem caixa, com pouca afinidade a riscos e dívidas e que tem dado muito certo. É recomendada, principalmente, para quem pensa em migrar de um “simples empregado de um escritório”, desmotivado, para montar seu próprio escritório.

O profissional deve estar preparado para algum tempo sem retorno e essa paciência é o que separará um profissional de autoridade de um advogado frustrado e estressado nos próximos 5 anos.

Como começar?

Existem vários blogs que ensinam Marketing Jurídico e gestão na advocacia. É preciso apenas ter certeza de onde o advogado quer chegar, o tempo e os valores envolvidos nessa empreitada e decidir:

    • a opção mais barata: reservar um tempo do dia para aprender as várias técnicas disponíveis na grande rede e aplicá-las.
    • a opção com menor risco: contratar uma consultoria de Marketing Jurídico e para diminuir o tempo de aprendizagem.
    • a opção mais cara: contratar a estratégia e execução de alguma agência.

Espero que isso ajude você ou algum conhecido seu que seja advogado, a sair da inércia própria da profissão em acreditar que um negócio jurídico se sustenta apenas com indicação e que não é necessário controle profissional das finanças, gestão e marketing jurídico.
Advogado que usa bem a internet diminui os custos e aumenta sua clientela.

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