Nuvem, Servidor Dedicado, Servidor Compartilhado ou Local ?

Nuvem, Servidor Dedicado, Servidor Compartilhado ou Local ?

Está na moda falar em serviços na Nuvem, mas muitas pessoas tem dúvidas quanto ao funcionamento e segurança destes ambientes. Outras ainda consideram que ter um servidor local, dentro da empresa, é a melhor opção, pois este ambiente passa a impressão de “segurança”, mas isso pode ser também um grande engano.

Na verdade, cada um dos ambientes tem suas características, mas a questão SEGURANÇA é muito relativa e envolve vários fatores, tanto de software como de hardware. A principio o servidor pode estar dentro da sua empresa, mas se as configurações de segurança e atualizações de software não estiverem devidamente atualizadas, o risco de invasão é grande.

No caso de servidores alocados dentro de Data Center, no Brasil ou no exterior, também apresentam características diferentes. Algumas pessoas inclusive, mal informadas, consideram os serviços alocados no Brasil mais seguros do que serviços fora do país. Grande engano.

Aqui vou explicar detalhamente as características de cada um dos serviços e, no final, você terá uma noção que cada um tem suas particularidades e que tudo vai depender da sua necessidade de recursos e investimentos.

NUVEM

A “nuvem” ou “cloud” não é uma tecnologia recente, ela já era utilizada por empresas que precisavam distribuir seus processamentos em diferentes máquinas. A “nuvem” nada mais é que um conjunto de computadores trabalhando juntos como se fossem apenas 1. Com a evolução da tecnologia de comunicação e a redução dos custos de hardware, o serviço foi ampliado e disponibilizado para qualquer usuário.Estes servidores trabalham como um só mas distribuídos em diferentes lugares, por exemplo, em países distantes, mas como se um estivesse ao lado do outro. Isto é utilizado principalmente por aplicações que demandam alta escalabilidade, como é o caso de redes sociais e ferramentas SaaS.

SERVIDOR DEDICADO EM DATA CENTER

Os servidores dedicados são equipamentos disponíveis 24hrs por dia, que oferecem um ou mais serviços, os quais podem ser requisitados a qualquer momento. Estes servidores são considerados dedicados pois estão atendendo normalmente a uma empresa, que tem autonomia para gerenciá-lo e dividir seu uso da forma mais adequada.

No Brasil e no exterior existem dezenas de Data Centers que oferecem o serviço de alocar servidores dedicados. Estas empresas possuem estruturas próprias para alocar dezenas de milhares de servidores, com links de alta velocidade, estruturas de segurança, backup e estabilidade de energia, sendo possível manter seu funcionamento durante dias, mesmo sem o fornecimento de energia elétrica externa.

Na questão SEGURANÇA, o servidor pode estar em um Data Center no Brasil ou nos Estados Unidos, se este não estiver configurado corretamente, o risco de invasão é o mesmo. O problema é que os custos no Brasil ainda são muito superiores comparados ao do exterior. Aqui o tempo de latência pode até ser menor, mas os serviços no exterior são superiores, basta avaliar o tempo de resposta em caso de reparos de equipamentos ou intervensões técnicas nos equipamentos.

SERVIDOR COMPARTILHADO

Na verdade o servidor compartilhado possui as mesmas características citadas acima, entretanto um único servidor normalmente atende a mais de uma empresa. Quando você contrata uma hospedagem em um servidor, normalmente seu site estará hospedado junto com outra centenas de sites, no mesmo equipamento.

A principal desvantagem deste modelo é que o processamento da máquina é compartilhado, portanto, como você não sabe com quem você está dividindo o equipamento, existe o risco de instabilidade. Este modelo é muito usado para hospedagem de sites, pois estes consomem um processamento muito menor se comparados a sistemas corporativos.

SERVIDOR LOCAL

Este tipo de servidor também é um equipamento dedicado exclusivamente para um ou mais serviços de uma empresa, a diferença é que ele está alocado fisicamente dentro da própria empresa. Neste caso, alguns fatores de segurança devem ser levados em consideração. Acesso de pessoas ao espaço do servidor, temperatura da sala, armazenamento de backups, fornecimento de energia contínua, links de internet redundantes, entre outros fatores, são preocupações que devem ser levados em consideração. Estas preocupações também acabam elevando o custo de manter este servidor em funcionamento, por isso é fundamental avaliar todas as variáveis envolvidas neste tipo de ambiente.

Conclusão
Você sabia que grande parte das invasões em sistemas são realizadas por pessoas da própria empresa ? Pois bem, com esta afirmação eu finalizo meu texto, pois de nada adianta termos os sistemas mais avançados do mundo, se nosso usuário continua cadastrando a senha do sistema igual a senha do Facebook, ou anotando a senha numa agenda.

Uma dica de leitura interessante é o livro “A ARTE DE ENGANAR” (link), depois desta leitura você verá que a tecnologia é o menor de nossos problemas.

Autor: Prof. Gustavo Gonzalez.

Fonte: http://www.gustavo.pro.br/nuvem-servidor-dedicado-servidor-compartilhado-ou-local/

Já pensou em ter sua própria Newsletter?

Já pensou em ter sua própria Newsletter?

Saiba por que as empresas estão adotando cada vez mais essa ferramenta.

Empresas de diversos setores estão usando uma estratégia de comunicação para ampliar os caminhos que levam a satisfação de clientes internos e externos.

Através da newsletter, dos e-mails cadastrados é possível envolver as pessoas com a divulgação de produtos, promoções de funcionários, novidades em produtos e acontecimentos e envio de conteúdo de interesse do seu público alvo.

A newsletter é um caminho de comunicação que faz com que todos os procedimentos internos e externos sigam o fluxo dos acontecimentos gerais – dos funcionários até os colaboradores da empresa, supervisores, diretores – para que todo mundo conheça a infraestrutura, missão e valores dos processos da empresa, desde a hierarquia mais alta até o funcionário mais básico.

“A Influência da motivação que os funcionários sentem como integrantes do processo trazem importância para os mesmos. Eles são motivados nos setores em que trabalham  e as atividades nas quais ele desenvolvem, quando passam a ser notícia no próprio jornal. Então a gente pode não perceber a newsletter como tendo um retorno financeiro imediato, mas sim como capital simbólico pois ele cria motivação nos funcionários”, explica o Jornalista e consultor de comunicação empresarial, Daniel Meirinho.

Porém, para essa tática funcionar é preciso dar atenção para detalhes importantes, como os profissionais elaboram e o público para quem é direcionado. Segundo pesquisador acadêmico da PUC MG, Cleilton Alves, não adianta fazer uma newsletter sem os profissionais adequados pois apesar da proliferação da mídia social, ela não pode oferecer mais exposição do que um boletim informativo. E dá uma dica importante.

Se você estiver preocupado com o trabalho envolvido com a sua newsletter, preste atenção: a chave é a publicar de forma consistente o seu boletim e torná-lo profissional. Isso significa ter um boletim informativo focado, editado e enviado para assinantes de qualidade, ou seja, pessoas que pedem para entrar na sua lista ou se inscrever para receber o boletim.

O Portaldolocador.com é especialista na elaboração de newsletters empresariais, além de ter sua equipe formada por profissionais capacitados para a realização deste trabalho.

Recentemente tem recebido uma grande demanda das empresas e a procura por esse serviço tem aumentado muito.  Para ter a sua própria newsletter entre em contato com o próprio diretor de marketing do PortaldoLocador.com, Ronaldo Barros, pelo e-mail rbarros@portaldolocador.com e solicite seu orçamento.

Texto de autoria de Ramone Soraia, da Redação do PortaldoLocador.com

A logística reversa pode fortalecer a imagem da sua empresa e ainda diminuir custos

Artigo Escrito Pela Fluxo Consultoria- Empresa Júnior de Engenharia da UFRJ.

Entenda o contexto:

Com consumismo acelerado e o crescente aumento da produção, cresceu a geração de lixo e seu tratamento inadequado está gerando prejuízos ambientais que podem comprometer a saúde e a qualidade de vida da população como transmissão de doenças, alagamentos, inundações, emissão de gases pela putrefação, contaminação de águas subterrâneas e superficiais, entre diversos outros. Nesse sentido, o governo instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que definiu os princípios, objetivos e instrumentos, bem como diretrizes, relativas à gestão e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, em âmbito nacional. Na qual se destacam os termos de responsabilidade compartilhada e logística reserva.

Entenda o que é

Nos termos da PNRS, a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos é o “conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei.” Assim, a Lei exige que as empresas assumam a retornos dos produtos descartados e cuidem da adequada destinação, ao final de seu ciclo de vida útil.

A logística reversa é um dos instrumentos para aplicação da responsabilidade compartilhado pelo ciclo de vida dos produtos. A PNRS define a logística reversa como um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a gestão dos resíduos sólidos com reposição ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”. Portanto, a logística reversa é o controle do fluxo e informações logísticas referentes ao retorno dos produtos produzidos após sua venda.

A logística reversa trabalha com duas frentes: pós-venda e pós-consumo

Pós-venda trata dos produtos em uso ou com pouco uso, os quais por diferentes motivos retornam aos diferentes estágios das cadeias de distribuição direta. O objetivo do negócio desta área da logística é agregar valor a um produto que é devolvido por razões comerciais, erro no processamento dos pedidos, garantia dada pelo fabricante, defeitos ou falhas de funcionamento, avarias no transporte, etc. Enquanto o pós-consumo, como o próprio nome indica, cuida das atividades depois do descarte dos produtos que podem retornar ao ciclo produtivo, através canais reversos de pós consumo como de reciclagem, de reuso e de desmanche.

Principais produtos

O sistema de logística reversa deverá estar implantado afim de lidar com os principais produtos: pneus; pilhas e baterias; embalagens e resíduos de agrotóxicos; lâmpadas fluorescentes, de mercúrio e vapor de sódio; óleos lubrificantes automotivos; peças, equipamentos eletrônicos e de informática; e eletrodomésticos.

Exemplo de sucesso de logística reversa

A Apple aplica a logística reversa de uma maneira inovadora: os clientes podem levar iPhones antigos em lojas e após a análise de um funcionário especialista recebe o valor do aparelho em forma de crédito para comprar outro produto Apple. Dessa forma, ela faz a retirada dos iPhones antigos do mercado que podem prejudicar as vendas dos novos aparelhos; garante  o relacionamento com o cliente, de forma que ele continue comprando, pois o mesmo não recebe dinheiro e sim um crédito para comprar mais aparelhos na própria empresa e, além disso, a reciclagem dos metais nobres (ouro, cobre, prata, níquel, entre outros) presentes no equipamento gera um valor próximo a 50 milhões de dólares que supera os gastos com todo processo de reciclagem. No último ano, por exemplo, foram recuperadas cerca de 28 mil toneladas de antigos equipamentos.

Quer conhecer outras boas práticas da Apple em gestão de relacionamento? Conheça o Net Promoter Score e saiba como medir a satisfação de clientes

Tendências para o futuro:

Com o aumento da preocupação mundial com rejeitos e a sustentabilidade do planeta, a tendência para os próximos trinta anos é a ser criado para o sistema de resíduos sólidos um modelo parecido com o dos créditos de carbono que foram determinados no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo pelo Protocolo de Quioto onde os governos calculam quanto de emissão de carbono precisam diminuir e repassam essa informação às indústrias do país, estabelecendo uma cota para cada uma.

Nesse modelo, essas empresas podem adotar medidas de eficiência energética para atingir suas metas ou ir ao mercado e comprar créditos de carbono (um crédito de carbono equivale a 1 tonelada de dióxido de carbono) que são negociados nas bolsas de valores a partir dos certificados de emissões reduzidas (CER). Daí a compensação: já que a empresa não vai conseguir reduzir suas emissões, ela compra esse “bônus” de terceiros.

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Conclusão

Portanto, quando estruturada como no exemplo da Apple, a logística reversa pode fortalecer a imagem da empresa não somente pelo viés ambiental mas pelo processo em si e diminuir custos, além de se adequar à legislação. Com a implantação da logística reversa, da conscientização para a educação ambiental e seus benefícios, podemos reduzir impactos causados por descartes residuais, melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e obter um balanço ambiental positivo. Além disso, damos um passo rumo ao desenvolvimento sustentável do planeta, pois possibilita a reutilização e redução no consumo de matérias-primas.

Quer saber mais? Conheça a Legislação da Logística Reversa através do site do Ministério do Meio Ambiente e deixe as dúvidas nos comentários.

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